Esta OPS é um dos passos com vista à concretização de um velho sonho dos seus promotores, que acreditam com ele revolucionar o sistema de transportes marítimos em Cabo Verde.
Antes de mais por causa do tipo de embarcações, modernas e encomendadas directamente a um estaleiro da Holanda, e que uma vez em acção irão romper o isolamento em que se encontram algumas ilhas, sendo Brava o caso mais notório.
Aliás, alguns dos accionistas da Fast Ferry (caso de Luís Lopes Vasconcelos) são naturais da Brava. Também os municípios de S.Filipe e Santa Catarina do Fogo, a par da Editur, integram a sociedade.
No valor de 1,5 milhão de contos, este empréstimo obrigacionista terá a duração de seis anos, com uma taxa de juro de 9%. Cada título é vendido ao preço de mil escudos. E espera-se que esta OPS conte com a adesão de emigrantes cabo-verdianos nos EUA e não só.
Cidade da Praia























