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Informático acusa NOSI de monopolizar sector 05 Outubro 2012

Janilson Horta, administrador de sistemas e Base de Dados do Instituto Nacional de Previdência Social, acusa a Núcleo Operacional da Sociedade de Informação (NOSI) de controlar toda a informação do país e de açambarcar todas as oportunidades de negócios na área de informática, quer no sector público, quer no privado. E anda a internacionalizar-se.

Informático acusa NOSI de monopolizar sector

O estopim para este desabafo de Janilson Horta foi um “comunicado” do Conselho de Administração do INPS da dissolução do departamento de informática do instituto e da assinatura de um contrato com o NOSI, no valor de 60 milhões de escudos anuais. Em troca, prossegue este informático, o NOSI assume todos os serviços informáticos do instituto.

“O NOSI é a empresa mais avantajada de Cabo Verde, com um grupo de pessoas com trabalho garantido e salários gigantescos, enquanto o resto dos Licenciados e Técnicos em Informática não têm oportunidade nem no sector privado, nem no público”, lamenta este informático, para quem todos os postos trabalhos no sector estão a ser “reservados” para o NOSI.

Para Janilson Horta, que inclusive já escreveu ao primeiro-ministro, José Maria Neves a expor esta situação, isso é inadmissível, quando mais não seja, diz, por se tratar de um organismo público. E mais, acrescenta, ficou provado que os serviços informáticos do INPS melhoraram depois que o NOSI entregou a Administração de Base de Dados e Sistemas à equipa do departamento de informática do instituto.

“Acredito que estamos também perante um abuso de poder por parte da presidente do Conselho de Administração do INPS, Leonesa Fortes, porque esta decisão não foi tomada em Conselho de Administração”, pontua este informático, que diz ter contactado outro administrador do instituto ao ser informado da extinção daquele departamento, que diz desconhecer qualquer directiva neste sentido.

Tentamos falar com o presidente do NOSI, Jorge Lopes, que por estar em reunião, prometeu uma reacção numa outra oportunidade.

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