DIÁSPORA

A SEMANA : Primeiro di?rio caboverdiano em linha

Mulheres cabo-verdianas na diáspora em festa 26 Março 2013

O fim-de-semana foi de muita festa para as mulheres cabo-verdianas na diáspora. Com o apoio da Embaixada de Cabo Verde em Portugal, a Associação de Mulheres Cabo-verdianas em Portugal comemorou antecipadamente na sua nova sede – Centro Maria Alzira Lemos – Casa das Associações - o dia da Mulher Cabo-verdiana com um variado programa cultural e muita afluência de convidados para saudar as crioulas.

Mulheres cabo-verdianas na diáspora em festa

Maria de Lurdes Monteiro, presidente da AMCDP, fez a apresentação da associação e congratulou-se com o facto da mesma poder desenvolver as suas actividades na Casa das Associações e agradeceu à Margarida Martins em nome da Plataforma Portuguesa Para os Direitos das Mulheres “pelo apoio e disponibilidade usufruidos desde a criação da nossa associação.”

A intrevenção de Madalena Neves, Embaixadora de Cabo Verde em Portugal, centrou-se na importância da mulher cabo-verdiana imigrante na construção de uma sociedade mais igualitária, tanto no país de origem como no do acolhimento, enaltecendo a sua “qualidade de mulher lutadora e batalhadora em várias frentes.”

Seguiu-se um momento de poesia pelas “Berdianinhas” e desfile de trajes típicos de Cabo Verde

No âmbito da comemoração foram distinguidas, com entrega do símbolo da AMCVD, algumas mulheres já conhecidas pelo trabalho desenvolvido em prol da cultura cabo-verdiana e jovens que começam a distinguir-se como estudantes e atletas como o caso de Keula Semedo, estudante de Sociologia e atleta paralímpica em várias modalidades e Ronize Cruz aluna de Economia.

Maria de Lourdes Chantre, gastrónoma e escritora, Maria de Lourdes Vieira, Joaquina Borges, mulher, mãe e chefe de família, Cesaltina Duarte, autora de livros de gastrónomia e apoiante da AMCDP e Maria Alice Fernandes, conhecida artista plástica e dedicada às causas da cabo-verdianidade.

Vários foram os testemunhos sobre o tema: “A integração da mulher na sociedade portuguesa.” A hora do almoço foi tempo para uma boa cachupada e muitas iguarias da terra. Segui-se uma tarde cultural animada com danças e intervenção de vários artistas.

(A.C)

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