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78 Escolas/associações/ONG’s pré-selecionadas para acesso ao financiamento no âmbito do Programa Bolsa de Acesso à Cultura 21 Fevereiro 2020

No âmbito do programa do Governo, levado a cabo pelo Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas (MCIC), através da coordenação do Programa Bolsa de Acesso à Cultura, foram pré-selecionadas 78 Escolas/associações/ONG’s de ensino artístico em todo o território nacional para o acesso ao financiamento.

 78 Escolas/associações/ONG’s pré-selecionadas para acesso ao financiamento no âmbito do Programa Bolsa de Acesso à Cultura

Segundo uma nota enviada ao asemanaonline, para o acesso ao financiamento neste ano de 2020, foram submetidas 92 candidaturas de escolas/associações/ONG’s, uma subida na ordem de 15%.

Ainda de acordo com o documento, da ilha de Santo Antão candidataram-se duas Escolas (Porto Novo), São Vicente passou de três para cinco (Mindelo), São Nicolau com duas (Ribeira Brava), Sal passou de duas para três, Maio com três, Santiago passou de 42 para 47, sendo Praia 31, Ribeira Grande de Santiago uma, São Domingos com três, São Lourenço dos Órgãos com quatro, Santa Catarina com uma, Santa Cruz duas,Tarrafal uma, São Miguel quatro, ilha do Fogo passou de 12 para 15, sendo sendo São Filipe duas, Mosteiros oito e Santa Catarina com cinco, e a Ilha Brava com apenas uma.

“As Escolas, associações e ONG’s tem um prazo de 15 dias, a partir do momento da comunicação feita da pré-seleção, para entregarem toda a documentação em falta para a completar o processo de candidatura”, anuncia a organização.

De salientar que o Programa Bolsa de Acesso à Cultura foi pensado e implementado com o objetivo de dar acesso e massificar o ensino das artes em Cabo Verde. “A missão do programa é garantir que a população com menos recursos não fique excluída da fruição da arte e também dar sustentabilidade às pequenas iniciativas das escolas de ensino artístico, financiando as propinas dos alunos, que são de famílias com baixo rendimento económico, para a frequência de aulas, ateliês e workshops de pintura, dança, música, teatro”, adianta a fonte.

Para o MCIC, este é um Programa inovador levado a cabo para financiar as propinas dos alunos e garantir a sustentabilidade das iniciativas de Escolas de Ensino artístico, para que não haja exclusão cultural no seu todo.

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