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Beijing2022: Apostam-se títulos e medalhas — França espera melhor em Pequim 08 Fevereiro 2022

A França, que se mantém longe do boicote contra este Beijing 2022 protagonizado por países de primeiro plano desportivo, espera melhorar o desempenho de 2018: 15 medalhas e cinco títulos olímpicos obtidos em Pyenonchang Coreia do Norte. Mas a grande favorita é a Noruega, que espera ultrapassar as 39 medalhas de 2018.

 Beijing2022: Apostam-se títulos e medalhas  — França espera melhor  em Pequim

No biatlo, esqui e tiro --- em que a França já não pode contar com Martin Fourcade que se reformou depois das cinco medalhas conquistadas há quatro anos – Quentin Fillon Maillet (foto inserida) cumpriu ontem a grande esperança francesa do ouro na modalidade.

Outros nomes no esqui e tiro são Emilie Jacquelin, duas vezes campeão do mundo na perseguição sobre esquis, e Simon Desthieux.

No biatlo feminino, aponta-se a força coletiva de Julia Simon, Anaís Chevalier-Bouchet, Justine Braisaz-Bouchet et Anaís Bescond. Todas subiram ao pódio nas provas mais recentes. Quatro vezes no pódio em quatro provas e duas vitórias.

No esqui alpino, destaca-se o triatleta Alexis Pinturault, prata em Pyenonchang e Sochi. Campeão do mundo o ano passado —prognostica-se-lhe o ouro, que é pois a única medalha olímpica que lhe falta.

Tessa Worley, multipremiada mas afastada por lesão de Sochi e em baixo de forma na Coreia do Norte, a esquiadora surgiu na sexta-feira como porta-bandeira da delegação francesa. Os prognósticos são bons: a França espera dela pelo menos uma medalha.

Na patinagem artística, grande é a esperança de que Gabriella Papadakis e Guillaume Cizeron irão continuar com o brilho que demonstraram durante a última temporada. A dançar no ringue, o par obteve três vitórias em três competições só este ano. Em quatro anos totalizaram doze vitórias em treze competições.
Prognostica-se-lhes pois o ouro, que será a sua desforra do insucesso de 2018.

No esqui magnata/acrobata, é Perrine Lafont a grande aposta. Em 2018 foi a primeira francesa a conquistar um título olímpico. Nestes quatro anos conquistou já dois campeonatos mundiais e quatro medalhas. Um palmaré impressionante aos 23 anos de idade.

Destaca-se no salto em altura sobre esquis, o “miraculado” Kevin Rolland. Esteve às portas da morte quando em 2019 tentou o recorde da modalidade. Foi aconselhado a parar. Mas persistiu e reencontrou o seu nível e espera obter na capital chinesa o ouro — que é o único título que lhe falta.

Fontes: Le Monde/Le Figaro.

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