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Eleições no MpD: Escrutínio em Santa Catarina com desaparecimento de urna e presença de estranhos na votação destaca-se pela negativa “da normalidade” das restantes comissões 04 Abril 2022

As eleições internas para as Assembleias Políticas Concelhias (APC) e Comunidades Emigradas do MpD realizadas neste domingo no País e nas comunidades emigradas ficaram marcadas pelo desaparecimento da urna e presença de estranhs na votação em Santa Catarina (Santiago), destacando-se das “restantes realizadas sem sobressaltos”.

Eleições no MpD: Escrutínio em Santa Catarina com desaparecimento de urna e presença de estranhos na votação  destaca-se pela negativa “da normalidade” das restantes comissões

Em conferência de imprensa realizada esta tarde na sede do Movimento para Democracia (MpD), o presidente do Gabinete do Apoio ao Processo Eleitoral, Silvano Barros, afiançou, segundo a Inforpress, que os escrutínios foram muito concorridos, demonstrando “o estado do partido defensor do contraditório”.

Em relação à mesa de Santa Catarina, referiu, o processo em algumas mesas vai ser analisado e possivelmente enviado ao Conselho de Jurisdição, alegando que “houve ruídos que em nada contribuíram para o normal funcionamento”, com o agravante da urna ter desaparecido numa assembleia de voto, enquanto noutra houve presença de estranhos na sala de votação.

Neste caso, Silvano Barros admitiu a possibilidade das eleições serem repetidas, no último caso, dentro de oito dias nestas assembleias de votos, “tudo na base da cultura democrática”.

Constituídas por 212 mesas a nível nacional e 32 nas diásporas/comunidades emigradas, a Região Política da Praia foi a única que ficou fora desta eleição de domingo para a APC, donde vai sair a Comissão Política, já que tinha sido realizada em 2020.

Segundo ainda a Inforpress, a maioria das regiões políticas, explicitou o respnsavel do DGAPE, foi composta por uma única candidatura, mas houve regiões políticas como Santa Catarina, Santa Cruz, São Miguel, com duas, com a particularidade de São Vicente ser a única em que concorreu três listas candidatas.

“Tudo decorreu como esperávamos. É normal que numa ou noutra região política possa ter havido alguma crispação, mas é normal, desde que tudo seja resolvido na maior normalidade, para mostrar que a democracia, na verdade, vale na igualdade pluralismo, justeza e democraticidade. Tudo isto foi posto em prova”, realçou.

A partir deste escrutínio, realizado com o objectivo de renovar, actualizar e descortinar o pulsar das regiões políticas afectas ao partido que suporta o poder, o primeiro da lista vai assumir a presidência da Comissão Política Concelhia, sendo que os restantes membros serão escolhidos internamente, refere a fonte deste jornal.

Os novos coordenadores:

  • Porto Novo: Carlita Delgada dos Santos
  • Paul: Adilson Silva Fernandes
  • São Vicente: Armindo Manuel Gomes
  • Ribeira Brava: Alírio Gomes Cabral
  • Tarrafal (São Nicolau): Neivo Araújo
  • Sal: Ailton Rodrigues
  • Maio: Adilson Cardoso
  • São Filipe: Filipe Santos
  • Santa Catarina (Fogo): Michel Andrade
  • São Miguel: Natalino Tavares
  • Santa Cruz: David Gomes
  • Santa Catarina ??
  • São Salvador do Mundo: Gil Vaz
  • São Lourenço dos Órgãos: Júlio César Tavares
  • São Domingos: Hipólito Gonçalves
  • Ribeira Grande: Alcides de Pina
  • Portugal: Emanuel Barbosa
  • Holanda: Arlindo Correia
  • Espanha: Elísio Pinto
  • Itália: Jaime da Cruz
  • EUA: João Augusto Baptista
  • Angola: Ana Isabel Correia
  • Senegal: Jeanne Marie Sec
  • São Tomé e Príncipe: Georgina Baessa da Veiga.

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