No terceiro dia do AME, que termina hoje, quinta-feira, na Cidade da Praia, a organização já faz um balanço positivo e destaca a participação dos artistas em todos os eventos, desde os encontros individuais, a feira, as conferências e os `showcases´.
Segundo a Inforpress, ao ser questionado pelos jornalistas sobre o impacto desta grande montra da música do Atlântico, Augusto Veiga afirmou que o impacto “é visível”, basta ver o movimento que a cidade tem, nas ruas, nos aeroportos e nos hotéis.
“Nós acreditamos que recebemos muito mais daquilo que está a ser investido. Acreditamos que, realmente, o impacto financeiro do AME, na Praia e em Cabo Verde no geral é positivo e é superior aquilo que é investido”, afirmou.
Entretanto, avançou que o real impacto só será conhecido depois de terem em mãos o resultado de um estudo encomendado pela organização e que está a ser levado a cabo desde do dia 08.
O estudo, segundo Augusto Veiga, será conhecido depois desta edição da AME, orçada em 16 mil contos.
Em relação à feira que decorre na Praça Alexandre Albuquerque, no Platô, informou que contam com a participação de 80 expositores, neste espaço que serve para a promoção dos serviços de diversas empresas, autoridades municipais e para exposição de artesanato.
Apesar de a feira ser terceirizada, disse que estão satisfeitos com a aderência dos expositores e das câmaras municipais.
“Estamos a promover os produtores locais, os artistas locais e nacionais. Dento da feira temos um palco para os artistas cabo-verdianos que as câmaras municipais trazem, mas no primeiro dia tivemos a actuação de uma banda de Canadá”, informou.
No terceiro dia do AME, subiram ao palco da Pracinha de Escola Grande os músicos Manolo, Soul Bangs, Ga da Lomba e Fredy & The Foundation.
Já o palco da rua pedonal recebeu a actuações de Basheer, Mónica Pereira e Continuadores.
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