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Abraão Vicente considera que “URDI é um evento que celebra um ano de trabalho duro, de dignificação do artesão, do cabo-verdiano e de todo o percurso histórico” 05 Dezembro 2022

As “fitas imaginárias” da Feira de Artesanato e Design (URDI), acabam de ser recolhidas com um encerramento presidido pelo Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, num momento na Praça Nova que foi o culminar de todos os trabalhos realizados por estes dias e o início do próximo passo da projeção da arte, do artesanato e do design em Cabo Verde, conforme o site oficial do Governo de Cabo Verde.

Abraão Vicente considera que “URDI é um evento que celebra um ano de trabalho duro, de dignificação do artesão, do cabo-verdiano e de todo o percurso histórico”

O governante, no momento do encerramento, lembrou que todo o processo é de dignificação, não só do profissional artista, mas principalmente, do profissional artesão reconhecido, por um trabalho desenvolvido pelo Governo de Cabo Verde, através do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, mas realizado pelos técnicos do Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design (CNAD).

“URDI é apenas um evento que celebra um ano de trabalho duro, de dignificação do artesão, de dignificação do cabo-verdiano e de todo o nosso percurso histórico”, afirmou.

Durante cinco dias, a Praça Nova concentrou mais de 100 artesãos de todas as ilhas para a apresentação dos trabalhos que realizam nos seus ateliês, ou espaços e, a cidade de Mindelo, foi, mais uma vez, palco do debate e da discussão do lugar da arte, do artesanato e do design.

Com motivos mais do que o suficiente para celebrar – um novo CNAD (inaugurado recentemente), o reconhecimento do profissional do artesão, o trabalho conjunto, Abraão Vicente parabenizou a todos que estiveram envolvidos em mais uma edição da URDI.

“É sempre uma honra e um privilégio ver este evento que criamos em 2016 a ganhar este formato, a ganhar independência e a consolidar-se como um espaço de liberdade. Parabéns à equipa que trabalhou na URDI, às empresas privadas que são patrocinadoras e parceiras, às câmaras que cofinanciaram o evento, aos artesãos que investiram para estarem aqui. Este é um mérito do coletivo”, sustentou.

Convicto, o titular da pasta da cultura e das indústrias criativas disse, entretanto, que apesar de todos os ganhos conseguidos até este momento, “os próximos anos serão de muito trabalho. "CNAD é o início de algo mais estruturante, mais bonito e a verdadeira extensão de levar arte para todo o Cabo Verde", frisou o governante, segundo a fonte deste jornal.

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