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Governo aprova Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Extrema até 2026 07 Janeiro 2023

O Governo cabo-verdiano anunciou esta sexta-feira a aprovação da Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Extrema até 2026, situação em que se encontram quase 12.200 famílias no arquipélago.

Governo aprova  Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Extrema até 2026

"É uma estratégia transversal que impõe uma responsabilidade também para os vários setores e é uma estratégia que pretende, acima de tudo, reforçar o sistema de proteção social focalizando no aumento da cobertura dos programas sociais e da transferência de rendimento”, explicou hoje, em conferência de imprensa, na Praia, a ministra da Presidência do Conselho de Ministros, Janine Lélis.

A Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Extrema até 2026 foi aprovada na quinta-feira em reunião do Conselho de Ministros e “define as ações estratégicas necessárias”, como a “expansão do rendimento social de inclusão” e apoios diretos às famílias com crianças.

“Vai-se também utilizar o mecanismo da promoção da inclusão produtiva através das medidas de formação e apoio à criação do próprio negócio para os adultos e ainda expandir a cobertura da pensão social”, enumerou.

“Cerca de 13,1% da população cabo-verdiana vive na condição de extrema pobreza, considerando que são pessoas que têm menos do que o que corresponderia a 135 escudos [1,20 euros] por dia para a satisfação das suas necessidades básicas”, explicou a ministra.

Acrescentou que os dados atuais “apontam para a existência de 12.184 agregados familiares a viver em extrema pobreza”.

“As crianças representam cerca de 37% daquelas que estão nesta situação de extrema pobreza”, sublinhou.

Segundo Janine Lélis, os estudos apontam que a “transferência de rendimento tem sido eficaz para tirar as pessoas da extrema pobreza”, pelo que será “uma aposta” a manter pelo Governo.

“Sendo certo que é preciso trabalhar para erradicar a pobreza extrema. Mas é preciso também incentivar e cultivar medidas de autossuficiência para quando as pessoas estiverem na condição de realmente poder aproveitar as oportunidades de desenvolvimento económico”, destacou.

Reconheceu igualmente a necessidade de “uma melhor articulação das políticas setoriais” e de um “reforço da diversidade” dos apoios institucionais, técnicos e financeiros “para viabilizar a expansão das medidas”.

“Portanto, essa estratégia pretende imprimir um uma estratégia transversal que impõe uma responsabilidade também para os vários setores e é uma estratégia que pretende, acima de tudo, reforçar o sistema de proteção social focalizando no aumento da cobertura dos programas sociais e da transferência de rendimento”, explicou hoje, em conferência de imprensa, na Praia, a ministra da Presidência do Conselho de Ministros, Janine Lélis.

A Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza Extrema até 2026 foi aprovada na quinta-feira em reunião do Conselho de Ministros e “define as ações estratégicas necessárias”, como a “expansão do rendimento social de inclusão” e apoios diretos às famílias com crianças.

“Vai-se também utilizar o mecanismo da promoção da inclusão produtiva através das medidas de formação e apoio à criação do próprio negócio para os adultos e ainda expandir a cobertura da pensão social”, enumerou.

“Cerca de 13,1% da população cabo-verdiana vive na condição de extrema pobreza, considerando que são pessoas que têm menos do que o que corresponderia a 135 escudos [1,20 euros] por dia para a satisfação das suas necessidades básicas”, explicou a ministra.

Acrescentou que os dados atuais “apontam para a existência de 12.184 agregados familiares a viver em extrema pobreza”.

“As crianças representam cerca de 37% daquelas que estão nesta situação de extrema pobreza”, sublinhou.

Segundo Janine Lélis, os estudos apontam que a “transferência de rendimento tem sido eficaz para tirar as pessoas da extrema pobreza”, pelo que será “uma aposta” a manter pelo Governo.

“Sendo certo que é preciso trabalhar para erradicar a pobreza extrema. Mas é preciso também incentivar e cultivar medidas de autossuficiência para quando as pessoas estiverem na condição de realmente poder aproveitar as oportunidades de desenvolvimento económico”, destacou.

Reconheceu igualmente a necessidade de “uma melhor articulação das políticas setoriais” e de um “reforço da diversidade” dos apoios institucionais, técnicos e financeiros “para viabilizar a expansão das medidas”.

“Portanto, essa estratégia pretende imprimir um novo impulso a esta questão”, conclu. A Semana com Lusa

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