LUSOFONIA

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Adeus, Agustina Bessa-Luís de longa vida e extensa obra, a ’Camões’ 2004 04 Junho 2019

A escritora Agustina Bessa-Luís morreu aos 96 anos, esta segunda-feira, 3. Entre os títulos que lhe valeram o Prémio Camões de 2004 estão a ’Sibila’, ’Fanny Owen’, ’Dentes de Rato’... A sua obra foi levada ao cinema, em especial pelo ainda mais longevo Manoel de Oliveira. Foi ainda diretora do Teatro Nacional D. Maria II e antes dirigiu o ’31 de Janeiro’.

Adeus, Agustina Bessa-Luís de longa vida e extensa obra, a ’Camões’ 2004

Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa — o seu nome de registo, a que em 1945 acrescentou Luís, o apelido do marido —, reconhecida como um dos nomes maiores da literatura portuguesa contemporânea, nasceu em Vila Meã, Amarante, a 15 de outubro de 1922.

Viveu a infância e adolescência na região do Douro e no Minho, que marcam fortemente os espaços narrativos de dezenas dos seus livros.

O casamento, em 1945, com Alberto Oliveira Luís levou-a a Coimbra. Começou a escrever aos 16 anos, e em 1950 publicou o primeiro romance, Mundo Fechado.

Apenas dois anos depois da sua estreia, foi-lhe atribuído o prestigiado prémio Delfim de Guimarães, pelo romance Sibila. O mesmo, que no ano seguinte, 1953, recebeu o prémio Eça de Queirós e se tornou o mais conhecido da autora.

Em 1958, deu os primeiros passos no teatro com a peça O inseparável.

Foto: O gato “punha-se em cima das sanefas e atacava as pessoas que passavam, e de que não gostava … que não lhe interessavam. Era como ter uma fera dentro de casa”, conta a filha, a jornalista Mónica Baldaque. “Havia sempre a relação dos gatos com a mãe, uma relação muito intensa, quase felina dos dois”.

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade





  • Mediateca
    Cap-vert

    Uhau

    Uhau

    blogs

    publicidade

    Newsletter

    Abonnement

    Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project