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Alemanha: Chanceler Olaf Scholz, a volta do SPD 16 anos depois — Coligação semáforo 02 Dezembro 2021

As legislativas de setembro deram a liderança do governo a Olaf Scholz, do SPD-Partido Social-Democrata, de centro-esquerda, com 25,7% enquanto os ecologistas Verdes contam 14,8% e os neoliberais do FDP 11,5%. O menor dos três da coligação governamental está a ser apontado como o grande vencedor porque das 4 pastas que lhe correspondem — menos duas que o SPD (6) e menos uma que os Verdes (5) — o FDP conseguiu três das mais importantes: Finanças, Justiça e Transportes.

Alemanha: Chanceler Olaf Scholz, a volta do SPD 16 anos depois — Coligação semáforo

A ’coligação-semáforo’ — Ecologistas verde, FDP amarelo e SPD vermelho — teve como se previa longas negociações para o novo executiv. Mas menos que o esperado, já que neste dia 1 de dezembro já está feita a distribuição das pastas.

A imprensa alemã destaca que o número-dois do governo enquanto titular das Finanças, o neoliberal Christian Lindner, "não tem experiência nas finanças nem na governação".

O SPD teve o melhor resultado dos últimos dezasseis anos, enquanto o partido da sra. Merkel, CDU/CSU, com 24,1% — grande queda perante os 32,9% de 2017 — registou o pior resultado de sempre.

Os Verdes, com 14,8%, obtiveram o seu melhor resultado de sempre.

Extrema-esquerda em queda, co-líder com Covid

O partido de extrema-direita AfD-’Alternativa para a Alemanha’ — com 10,3%, menos 2,3% que em 2017 — caiu da 5ª para a 3ª posição. Alice Weidel, a co-líder teve um teste positivo à Covid, segundo anunciado esta semana.

Em dias de pandemia, o partido de extrema-direita AfD-’Alternativa para a Alemanha’ está a pagar caro pelas hesitações sobre as medidas para combater o coronavírus.

A taxa de aprovação e apoios do partido de extrema-direita caiu mais de 60 por cento (de 25 para 10), por entre as crises de 2020 que levaram à expulsão de Andreas Kalbitz, sem os votos de Alice Weidel e Alexander Gauland que se opuseram à moção vencedora de Jörg Meuthen.

Fontes: DW/L’Express. Fotos: Christian Lindner, Olaf Scholz e Annalena Baerbock , líderes do FDP, SPD e Verdes.

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