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Angola: Funcionários demitidos do BPC manifestam-se na baixa de Luanda 03 Outubro 2020

Funcionários demitidos do Banco de Poupança e Crédito (BPC), estão a manifestar-se na baixa de Luanda para exigir a readmissão aos seus postos de trabalho.

 Angola: Funcionários demitidos do BPC manifestam-se na baixa de Luanda

Nelson Silva da comissão de colaboradores do BPC, em entrevista à rádio LAC, explicou que os protestos não vão parar até que a administração do banco reavalie às suas decisões.

“Estamos aqui para chamar atenção do Presidente do Conselho de Administração, André Lopes, e do diretor dos Recursos Humanos Alfredo Monteiro, porque só fomos notificados mediante a carta de aviso prévio, mas não responderam às nossas cartas, nem aceitam nos receber para negociação ou esclarecimento, e devido a esta intransigência resolvemos nos manifestar”, revela Nelson, citado pelo Notícias ao Minuto, acrescentando que as manifestações vão continuar até que sejam recolocados, uma vez que, conforme denuncia, foram afastados injustamente.

Demitidos que têm padrinho na cozinha já regressaram aos seus postos de trabalho

“Existem mais de cem pessoas assim como nós afastados dos postos de trabalho, com os dinheiros nas contas, mas já voltaram a trabalhar. Não sei onde recorreram para serem readmitidos, e por que nós estamos nesta condição, será por não termos padrinhos na cozinha?”, questionou.

De acordo com o entrevistado, o BPC não está nesta situação por culpa dos colaboradores, está nesta situação por culpa dos créditos mal parados. “Capital humano não é custo, quando o BPC acha que tem que se desfazer de custos e começa pelo capital humano, achamos desnecessários, uma vez que o banco não deveria apenas olhar para a base, a solução que aconselhamos é que devolvam os nossos empregos”, exigiu, segundo escreve o NM.

Sabe-se ainda, que cerca de 200 funcionários BPC começam a ser despedidos no mês de Agosto. “Este era o primeiro grupo dos 1.600 trabalhadores das 18 províncias que a instituição está a despedir”, diz a fonte.

Recorde-se quer o maior banco comercial do País, encerrou um conjunto de agências, sendo oito em Luanda, num processo de emagrecimento imposto pelo plano de recuperação da instituição bancária pública, escreve o NM.

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