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Angola: Piratas assaltam petroleiro da linha Luanda-Lomé e raptam 20 tripulantes 19 Dezembro 2019

A companhia ’Union Maritime’ anunciou, esta terça-feira (17), que o seu petroleiro Duke foi atacado no trajeto entre Angola e o Togo. Os piratas fizeram reféns 20 membros da tripulação. Passados vários dias, não há notícias sobre o destino dos vinte homens nem pedido de resgate.

Angola: Piratas assaltam petroleiro da linha Luanda-Lomé e raptam 20 tripulantes

Em comunicado à imprensa, a companhia inglesa de transporte de petróleo informa: "O nosso navio petrolífero MT Duke esteve envolvido num incidente de segurança no domingo pelas 7 horas (…), enquanto estava em viagem de Luanda, em Angola, para Lomé, no Togo, com uma carga de petróleo".

A consultora de segurança marítima Dryad Global indica que foram seis os piratas que subiram a bordo do petroleiro, nas proximidades do Golfo da Guiné.

O petroleiro foi encontrado com apenas um dos 21 tripulantes a 115 milhas náuticas do destino, Lomé. Os vinte tripulantes indianos foram levados como reféns. Contudo, não foi emitida nenhuma informação sobre qualquer pedido de resgate, como é habitual em tais ataques à tripulação marítima.

Vinte membros da tripulação, todos de nacionalidade indiana estão reféns, reitera a fonte da Dryad Global.

A empresa Union Maritime acrescentou no comunicado que a segurança da tripulação é a principal prioridade, e que irá "cooperar com todas as autoridades relevantes" para resolver o problema o mais rápido possível.

Tripulante nigeriano ficou a bordo

As fontes de referência indicam que este é o 10º incidente do ano ao largo do Togo e o quarto que envolve o rapto de tripulantes.

O total de tripulantes do MT Dukeera de 21, informa a companhia marítima ao precisar que os piratas deixaram ficar o tripulante nigeriano a bordo do petroleiro.

O incidente de domingo, 15, ocorre menos de duas semanas após o sequestro de dezanove tripulantes do petroleiro ’Nave Constellation’, ao largo da ilha de Bonny, Nigéria.

"Com este rapto de 20 tripulantes indianos ao largo de Lomé, chega a 89 o total de marinheiros de nacionalidade indiana sequestrados na África Ocidental", segundo informa a Dryad Global.

"Mas este não é o maior caso de rapto de marinheiros indianos, já que o pior aconteceu em fevereiro de 2018 ao largo do Benim quando os piratas sequestraram vinte e dois tripulantes do MV Marine Express", lê-se na referida fonte online.

Fontes: UnionMaritimeNews.com/dryadglobal.com

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