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Angola-Portugal: PJ em Lisboa impede transferência de 10 ME de Isabel dos Santos para Rússia 31 Dezembro 2019

A empresária filha do ex-presidente de Angola tentou movimentar a conta no BCP, em Lisboa onde reside e que tem como titular o general Leopoldino "Dino" Fragoso do Nascimento, informa o diário luso Expresso. Esta terça-feira, a Polícia Judiciária travou a operação depois de a Justiça em Angola ter informado as autoridades portuguesas sobre o congelamento dos bens.

Angola-Portugal: PJ em Lisboa impede transferência de 10 ME de Isabel dos Santos para Rússia

O tribunal em Angola decretou o arresto preventivo dos principais ativos da Isabel dos Santos, do marido, Sindika Dokolo, e do gestor português Mário Silva. Contas bancárias e participações de nove empresas foram assim congeladas desde segunda-feira, 30.

Segundo nota à imprensa da PGR de Angola, "importa salientar que a presente providência cautelar não afeta os postos de trabalho das empresas supra referidas nem os compromissos assumidos, pois visa acautelar o cumprimento de uma obrigação".

Congelamento de bens anunciado na 2ªfª, 30— inclui filiais em Cabo Verde

Além das contas bancárias pessoais nos bancos BFA, BIC, BAI e Banco Económico congeladas, entre as empresas participadas por Isabel dos Santos que sofreram arresto constam:

O banco BIC, na qual Isabel dos Santos detém 25% das participações sociais, através da empresa SAR - Sociedade de Participações Financeiras e 17,5%, por intermédio da empresa Finisantoro Holding Limited de direito maltês.

A Unitel, com 25% participações sociais de Isabel dos Santos, através da empresa Vidatel, Limited.

O banco BFA, com 51% das participações sociais por intermédio da Unitel, na qual Isabel dos Santos detém 25% através da empresa Vidatel, e a ZAP Media, com 99,9% de participações de Isabel dos Santos, através da empresa Finstar - Sociedade de Investimentos e Participações.

A Finstar com 100% das participações sociais, nas cimenteiras Cimangola II SA, Ciminvest - Sociedade de Investimentos e Participações.

A Condis - Sociedade de Distribuição Angola SA, em que Isabel dos Santos detém 90% das participações sociais e Sindika Dokolo 7%.

Também foram arrestadas as empresas Continente Angola, Lda, onde Isabel dos Santos é beneficiária última e a Sodiba - Sociedade de Distribuição de Bebidas de Angola, e Sodiba Participações, em que a empresária angolana é igualmente beneficiária última.

A PGR sublinha que para garantir o normal funcionamento das empresas, cujas participações sociais foram arrestadas a seu pedido, o tribunal indicou como fiel depositário os próprios conselhos de administração e o Banco Nacional de Angola.

Fontes: Referidas.

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