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Angola sobe quatro posições no Índice de Liberdade de Imprensa 27 Abril 2018

Angola subiu quatro posições no Índice de Liberdade de Imprensa e é mesmo o único país africano de língua portuguesa que melhorou a sua posição na tabela em relação a 2017.

Angola sobe quatro posições no Índice de Liberdade de Imprensa

Citado pelo “Novo Jornal”, os resultados do relatório foram divulgados esta quarta-feira, 25, pela organização não governamental “Repórteres Sem Fronteiras” (RSF), referindo-se que, apesar de o país ter subido quatro posições, continua no 121º lugar, mantendo-se como o Estado africano de língua portuguesa com pior classificação. Sendo Cabo Verde, o mais bem colocado no ranking, (29ª posição), mas desceu dois lugares, comparando com os resultados do ano passado.

Moçambique ocupa o 99º lugar, o que representa uma queda de duas posições, enquanto a Guiné-Bissau ocupa o 83º, descendo seis posições em relação ao ano anterior. “No que respeita aos países de língua portuguesa, Portugal é o país mais bem colocado, no 14º lugar, enquanto que o Brasil desceu um lugar e está na 102ª posição. Já, São Tomé e Príncipe não é referido no documento.

RSF alerta "para a expansão de um sentimento de ódio dirigido aos jornalistas"

"A hostilidade contra os meios de comunicação, encorajada por políticos e pela vontade de regimes autoritários de exportar a sua visão do jornalismo, ameaça as democracias", denuncia a Repórteres Sem Fronteiras no mesmo.

"Cada vez mais chefes de Estado democraticamente eleitos, consideram a imprensa, não como um fundamento essencial da democracia, mas como um adversário contra o qual demonstram abertamente aversão", pode ainda ler-se no documento onde a organização não governamental, dando como exemplo, o caso do Presidente americano Donald Trump, tendo seus ataques contribuído para uma descida de duas posições no ranking mundial (45º lugar)“, cita NJ.

No documento, lê-se ainda que a liberdade de imprensa nos EUA, "garantida na primeira emenda à Constituição de 1787, tem sofrido cada vez mais ataques nos últimos anos, mas o primeiro ano do mandato do Presidente Donald J. Trump incentivou um declínio ainda maior no direito dos jornalistas de noticiar".

A lista, que é liderada pela Noruega, apresenta o Brasil como um dos mais perigosos na América Latina para a prática do jornalismo. "Ameaças, agressões durante manifestações, assassinatos entre outros factos sociais, colocam-no como um dos países mais violentos da América Latina, quanto à prática do jornalismo" destaca.

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