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Angolanos impedidos de usar número de emergência devido "uso abusivo" 31 Dezembro 2020

Mais de 300 cidadãos em Angola estão impedidos de aceder, por via telefónica, ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) angolano, por utilizarem o terminal de emergência 111 de forma abusiva, anunciaram hoje as autoridades lamentando tais comportamentos.

Angolanos impedidos de usar número de emergência devido

Infelizmente, por via da reincidência temos estado a restringir que cidadãos que liguem para o CISPde forma abusiva sejam bloqueados e, nesta altura, já temos um número significativo de terminais e acima três centenas de cidadãos estão impedidos de aceder o CISP por via telefónica", afirmou esta o coordenador do sistema tecnológico, Carlos Albino.

O responsável, que falava esta quarta-feira, 30, aos jornalistas no âmbito das celebrações do primeiro ano do CISP, apelou para uma "mudança de comportamento e maior responsabilidade dos cidadãos para a gestão coletiva de um bem que todos nós pagamos".

O CISP, construído numa área de cerca de oito mil metros quadrados, possui uma sala de videovigilância, uma de atendimento ao despacho, um centro de comando de respostas rápidas e um laboratório, podendo o cidadão aceder aos serviços através da linha de telefone de emergência 111. “A primeira instituição do género, localizada em Luanda, foi inaugurada, há um ano, pelo Presidente de Angola, João Lourenço”, escreve a fonte.

Carlos Albino, que destacou a funcionalidade tecnológica da infraestrutura, defendeu a certificação internacional do CISP "porque por via dela o Estado angolano pode obter recursos bonificados por via das organizações internacionais".

“A atualização de sistemas dessa natureza requerem disponibilização de recursos permanentes e a depender única e simplesmente dos recurso ordinários do Tesouro provavelmente conheceremos algumas dificuldades", observou, citado pela Lusa.
Entre os desafios do CISP, um ano depois, adiantou, estão o capital humano e a extensão do sistema de videovigilância pelo país, recordando que o organismo, que conta já com um congénere em Benguela, foi concebido em todo o território angolano.

"Estão nesta fase em construção cinco sedes províncias do CIS nas províncias de Luanda, Huambo, Benguela, Huíla e Cabinda a iniciar nos próximos dias e os desafios são esses e a melhoria diária do sistema", conclui a fonte.

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