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Apelo franco-neozelandês para combater terrorismo ’online’ 16 Maio 2019

O presidente francês e a primeira-ministra neozelandesa apresentaram esta quarta-feira, 15, em Paris o "Apelo de Cristchurch" que um total de quinze países e os gigantes da rede — Google, Facebook, Twitter… — assinaram. O acordo comum para limitar a propagação de conteúdos violentos em linha contou com todos osgrandes do "numérico", exceto os Estados Unidos que anunciaram que não assinam o "Apelo" visando mobilizar esforços dos países para travar a difusão online de conteúdos incitatórios de todos os tipos da violência.

Apelo franco-neozelandês para combater terrorismo ’online’

O atentado de Christchurch, que, há dois meses, matou cinquenta e uma pessoas em duas mesquitas da cidade mais antiga da Nova-Zelândia, relançou a questão do terrorista doutrinado online. O mesmo que filmou tudo e transmitiu em direto através das redes sociais.

Desde as primeiras horas do atentado e à medida que se descobria que também a França era visada no discurso de ódio do terrorista australiano ligado a movimentos de extrema-direita violentos, a primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, e o presidente francês, Emmanuel Macron, decidiram unir esforços para uma ação conjunta.

Ao longo deste tempo e até a este "Apelo de Cristchurch" apresentado hoje (15), as duas capitais, Paris e Wellington concertaram sobre os pontos até chegar ao texto final de três páginas que define os compromissos dos governos e empresas da Internet na luta conjunta contra conteúdos terroristas.

Atuar na prevenção

"A inovação no uso da Internet cria continuamente novas ameaças" que compelem "a adaptar-se" para "evitar estar na defensiva e sim na antecipação".

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