De Boston a São Francisco, centenas de pessoas ignoraram a ordem de recolher obrigatório.
Em Washington DC a polícia usou gás lacrimogéneo para dispersar a multidão.
Os protestos chegaram, uma vez mais, à porta da residência oficial do presidente dos EUA. Donald Trump que abriu guerra contra os Antifa, um movimento de esquerda antifascista e quer que este seja declarado como organização terrorista.
Um pouco por todo o país diz-se que sem justiça não haverá paz. Clama-se pelo fim da violência contra as minorias, também em Nova Iorque.
Mas no meio dos protestos há quem aproveite para semear o caos - lojas saqueadas e vandalizadas, etc. - dando argumentos à administração Trump para considerar "os instigadores de cinco noites de tumultos" como "terroristas".
Trump, de quem alguns esperam um discurso à Nação mas para apaziguar as hostes, através das redes sociais exige o restabelecimento, imediato, da lei e da ordem e quer que seja pedida a intervenção da Guarda Nacional.
Foi em Mineápolis, no estado do Minnesota, que tudo começou. Foi também aqui que no domingo um camião se lançou, aparentemente de forma deliberada, contra a multidão mas sem fazer feridos.
Uma cidade em ebulição que levou o governador a pedir a intervenção da Guarda Nacional mesmo antes de Trump. Desde que George Floyd - desarmado, algemado - foi morto por um polícia que colocou o joelho sobre o seu pescoço e que não cedeu aos seus pedidos para parar porque não conseguia respirar, que Mineápolis não dorme. O agente será julgado por homicídio. Fonte: EN
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