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Audições no parlamento após o caso Marega 21 Fevereiro 2020

O Parlamento aprovou as audições do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, do secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, da Liga e da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na sequência do caso Marega.

Audições no parlamento após o caso Marega

Segundo escreve “A Bola”, a decisão foi tomada na Comissão de Assuntos Institucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que aprovou um requerimento do PCP na sequência dos insultos racistas dirigidos ao maliano no jogo com o V. Guimarães, no domingo, que o levaram a abandonar o relvado. O requerimento foi aprovado por todos os deputados presentes (PAN, CHEGA e Iniciativa Liberal não estavam no momento da votação).

António Filipe, do PCP, destacou a importância de tomadas de decisão “para que estas situações não continuem a envergonhar o País”, enquanto Isabel Moreira, do PS, sublinhou que Marega não foi a primeira vítima de racismo no desporto, “mas foi o primeiro exemplo mediático a dizer basta”, refere a notícia avançada pelo jornal desportivo A Bola.

Segundo a mesma fonte, Beatriz Gomes, do BE, defendeu a necessidade de se olhar para o fenómeno do racismo com atitude «de intransigência». Telmo Correia, do CDS, entendeu por necessária uma “separação das águas” entre os comportamentos racistas e a linguagem de ódio e foi ele quem sugeriu que a recentemente criada APCVD também fosse ouvida, tendo esta audição sido acrescentada ao requerimento inicial. A deputada não inscrita Joacine Katar Moreira alertou que as questões do racismo não podem ser discutidas “apenas quando há consenso” nem “quando se refere a futebol”.

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