AUTÁRQUICAS 2020

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Autárquicas 2020: MpD quer vencer em todos os 22 municípios, Ulisses Correia e Silva 10 Setembro 2020

O MpD considera ter apresentado “bons candidatos para competir” nos 22 municípios para as autarquias de 25 de Outubro “com boas propostas” para vencer em todos os municípios, de forma que cada candidatura seja uma vitória.

Autárquicas 2020: MpD quer vencer em todos os 22 municípios, Ulisses Correia e Silva

O presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Ulisses Correia e Silva, manifestou, segundo a Inforpress, esta pretensão durante a apresentação pública da plataforma autárquica 2020-2024, tendo considerado que as os escrutínios para as autárquicas afiguram-se como eleições locais, e que o partido que dirige deposita confiança nas melhores escolha dos munícipes para vencer em todos o País.

“Cada eleição é um caso, cada um caso é uma vitória que nós queremos constituir nos 22 municípios”, aventou Correia e Silva, para quem o MpD entra para competir e para ganhar em todos os municípios, com orientações muito claras para reforçar a capacidade da administração de gestão e de criação de espaços para a cidadania e a sua participação na vida da cidade e dos municípios.

Por isso, foi claro ao afirmar que o MpD entra nesta corrida com a sua própria imagem e símbolos e que qualquer candidatura independente é considerada adversária aos ventoinhas.

Isso, por acreditar que a plataforma do MpD está “muito conectada com a abordagem global”, alegando que a sua equipa teve como referência a partida do nacional – a Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável ambição 2030 para o regional e o local, avançando que cada candidato do MpD está a trabalhar na plataforma geral, consoante o componente do impulso económico de cada município.

A título de exemplo, anunciou, segundo ainda a Inforpress, a criação ainda antes do final do ano de uma Zona Económica Especial no Fogo, ligado ao desenvolvimento de actividades relacionado com o vulcão e o turismo balnear no Sal, convicto que há ilhas que vão precisar de melhores impulsos mediante as características específicas de cada concelho.

Neste capítulo, afiançou que conectar estas dimensões são fundamentais para que o poder local possa ser muito mais eficaz e eficiente na produção dos resultados, enquanto instrumento importante para poder reduzir as assimetrias regionais nas ilhas e nos concelhos, desde que as políticas forem bem integradas, refere a mesma fonte.

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