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Bairros de lata da vergonha no Sal: Câmara reage lutar contra o fenómeno e entregar 48 moradias sociais até agosto 27 Junho 2021

A Câmara do Sal reage à repotagem deste jornal sobre «Bairros de lata da vergonha no Sal: Moradores denunciam viver em condições sub-humanas e pedem aos poderes públicos e municipais que busquem solução para o problema e cumpram as promessas eleitorais». O vereador da área de coesão e inclusão social (ver foto na parte interior) defendeu que todos devem lutar contra a construção de casas de lata no Sal e asseverou que o plano Municipal de habitação permitirá moradias dignas às famílias na ilha mais turística de Cabo Verde. Jucelino Cardoso, em conversa com o Asemanaonline, revelou que, para fazer face ao deficit habitacional, a Edilidade está a investir em construções de moradias e no programa de loteamento de terrenos. Afiançou que o plano de realojamento das pessoas de Alto Santa Cruz é feito em duas fases: na primeira, vai ser atribuída 48 moradias até o mês de Agosto deste ano. Já na segunda fase, serão entregue 52 moradias. O vereador informou ainda que, com o programa “Habitar com Dignidade” ,79 famílias foram já beneficiadas - 25 com casas construídas de raiz e 54 com casas reabilitadas, com destaque para famílias vulneráveis e peossoas idosas.

Bairros de lata da vergonha no Sal: Câmara reage lutar contra o fenómeno e  entregar 48 moradias sociais até agosto

O Vereador da Câmara Municipal do Sal pela área de coesão e inclusão social reagiu à reportagem «Bairros de lata da vergonha no Sal: Moradores denunciam viver em condições sub-humanas e pedem aos poderes públicos e municipais que busquem solução para o problema e cumpram as promessas eleitorais», divulgada por este jornal, na sua edição de 14 de junho ( https://www.asemana.publ.cv/ecrire/?exec=article&id_article=147173# ). Em entrevista ao Asemanaonline, Jucelino Cardoso avançou que o déficit habitacional na ilha, neste momento, é de 1600 casas, mas com os novos projetos- casas em construção e programa de loteamento de terrenos, vão permitir colmatar este deficit.

"O problema habitacional na ilha do Sal é uma questão muito complexa, mas a Câmara Municipal nunca baixou e nunca vai baixar os braços perante esta situação. Por mais que nós trabalharmos em programas e projetos tem pairado algum ‘deficit’ habitacional na ilha do Sal", frisou a fonte deste jornal.

Para fazer face ao problema habitacional na ilha, a Câmara Municipal do Sal pretende investir no programa de loteamento de terrenos e de reabilitação de moradias de idosos e pessoas com alguma deficiência física, bem como promover cooperativas de habitação.

“A primeira fase das obras já está quase concluída, em Alto de Santa Cruz. No local vai ter cerca de 700 moradias (divididas entre T1, T2, T0 e quartos para pessoas individuais). O projeto de realojamento é feito em duas fases, na primeira fase vamos atribuir 48 moradias até o mês de Agosto e numa segunda fase será atribuído 52 moradias. Ainda, temos um projeto de apoio à auto-construção, onde os munícipes recebem um terreno com todos os apoios”, enfatizou.

Além desses projetos, a Câmara Municipal beneficiou com o programa “Habitar com Dignidade” 79 famílias, sendo 25 das qauis com casas construídas de raiz e 54 casas reabilitadas a famílias vulneráveis, tendo em destaque os idosos e famílias com algum elemento com problemas mentais.

Luta contra barracas e plano municipal de habitaão

O vereador da Câmara Municipal do Sal, pela área de coesão e inclusão social, assegurou que o plano municipal de habitação permitirá moradias dignas às famílias na ilha mais turística de Cabo Verde. Jucelino Cardoso delineou que mais de 800 lotes de terrenos foram entregues, além dos apoios para a auto-construção.

Segundo aquele responsável camarário, a luta para erradicar os bairros de lata no Sal é de todos. Por isso, lança um apelo às pessoas no sentido de não criarem mais barracas na ilha.

“Aproveito para deixar um apelo aos moradores a exercerem a nossa cidadania. Esta é uma luta de todos, não só da câmara municipal. Portanto, os próprios moradores dessas zonas devem denunciar. Além da Câmara, a própria pessoa deve ser o fiscal porque as barracas são construídas na maioria das vezes à noite. Se o objetivo é erradicar os bairros de lata não faz sentido montar mais barracas”, reiterou Jucelino Cardoso.

LC/Redação

Link matéria relacionada:
https://www.asemana.publ.cv/ecrire/?exec=article&id_article=147173#

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