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Boa Vista: Presidente da câmara diz que se deve comemorar independência todos dias 05 Julho 2022

O presidente da câmara da Boa Vista considerou hoje que se deve comemorar a independência todos dias para homenagear a história, honrar os que lutaram para o que “não se negoceia e nem se vende”, soberania e liberdade.

Boa Vista: Presidente da câmara diz que se deve comemorar independência todos dias

“E a vegetação cujas sementes vieram presas nas asas dos pássaros ao serem arrastadas para cá pela fúria dos temporais (…)”, trecho de um poema de Baltazar Lopes da Silva que, em comemorações de Dia de Independência, Cláudio Mendonça iniciou o discurso, poesia que narra “o momento zero” da história do País, que deve ser lembrado sempre que se comemora a independência nacional.

Pois, segundo justificou, 5 de julho de 1975 é a hora zero do nascimento de Cabo Verde enquanto Estado com identidade, poder e povo.

“A independência de Cabo Verde é um marco histórico intransponível no percurso do país e na vida do cabo-verdiano”, considerou, frisando que, nenhum povo, nação ou país consegue sonhar com melhoria de qualidade de vida, bem-estar social, e desenvolvimento, se não conseguir atingir o essencial, ou seja, destacou, o bem ou recurso que estão na base da pirâmide de todas as necessidades de um país, que é a independência política, económica e social.

Para Cláudio Mendonça, completam-se 47 anos que os cabo-verdianos ganharam direito a um nome, a uma identidade, com registo e considerados no concerto das nações, um povo que ganhou definitivamente o direito a sonhar, reclamar, responder, chamar e de realizar o seu destino.

“E isto é magistralmente maravilhoso, e merece comemoração todos os dias. Sim, quando assistimos à realização da economia nacional, à afirmação da democracia cabo-verdiana, à formação dos jovens, se verifica o índice de desenvolvimento humano”, manifestou, referindo que sente que tudo isso convida à comemoração, alegando ainda que nada disso seria possível sem a independência nacional.

Cláudio Mendonça sublinhou a necessidade de pensar em todas essas variáveis para se poder entender a importância e a profundidade do trabalho na construção da que hoje é classificado de “nação global”.

Pelo que, defendeu, um País se define pelo respeito, ensinos que recebe as figuras históricas e, neste particular, entende que Cabo Verde precisa estudar a sua história, facultar aos jovens informações, documentos e ferramentas que os habilitem a serem protagonistas do futuro.

Ao seu ver, poderão desta forma serem conhecedores do ponto de partida, do percurso e das ambições do país que lhes deram nome, identidade e um lugar no mundo.

Ainda segundo o autarca, a independência nacional foi protagonizada por jovens que aprenderam lições que chegavam às gerações passadas e que sonharam mudar a realidade. A Semana com Inforpress

Pelo que, parafraseou, “o sonho comanda a vida”, verificando que, “se assim for, há que sonhar sempre, ancorados nas experiências e no percurso do povo cabo-verdiano ao longo de séculos”. A Semana com

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