Neste domingo, Bolsonaro sem máscara (na foto, à esquerda) abraça uma criança e provoca uma aglomeração em Brasília. Mais uma prova de que o presidente não leva a sério a crise pandémica em curso que já fez do Brasil o segundo mais afetado a nível mundial — 363.211 infeções e 22.666 óbitos.
A acusação de interferência política levada ao Supremo Tribuanl Federal por Moro, além do que está a ser investigado pela CPMI (entretítulo abaixo), o incentivo às manifestações contrariando as indicações das autoridades de Saúde juntam-se a diversas outras circunstâncias suscetíveis de processo de impeachment (destituição).
CPMI
A CPMI-Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional das ’fake news’ no Brasil foi criada com a missão de investigar as eleições de 2018, que resultaram na vitória de Jair Bolsonaro como chefe de Estado do país.
A instituição surgida em agosto do ano passado e presidida pelo senador Angelo Coronel recebeu denúncias sobre um alegado gabinete, localizado na sede da Presidência, dedicado apenas a publicação em massa de notícias falsas.
O senador Coronel afirma: "Esse pessoal que trabalha no ’gabinete do ódio’, — que segundo depoimentos ainda se encontram nessa sala, o que eu não acredito, pois não seriam infantis ao ponto de serem denunciados e continuarem a fazer essas maldades -, trabalham distribuindo mensagens falsas, ferindo reputações de adversários, atacando instituições, governadores, tudo no anonimato, com perfis falsos".
Fontes: UOL/AFP/RTP/Worldometers. Fotos: Bolsonaro abraça criança, incentiva comportamento de risco. Moro, general Mourão, Bolsonaro.
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