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Brasil: Maré negra atinge 2 mil km de costa – Bolsonaro aponta origem criminosa, mas PF e cientistas ainda não sabem 17 Outubro 2019

A presença das manchas de petróleo — há quase dois meses em dezenas de praias nordestinas — foi, segundo o relatório do Ibama, notada pela primeira vez no dia 30 de agosto. Nesse mesmo dia, chegou ao órgão ambiental (Ibama) a comunicação de que fragmentos de óleo tinham sido avistados na Praia Bela, em Pitimbu, na Paraíba. A partir daí, a substância escura e pegajosa cobriu o litoral dos nove estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Brasil: Maré negra atinge 2 mil km de costa – Bolsonaro aponta origem criminosa, mas PF e cientistas ainda não sabem

A PF-Polícia Federal, a Marinha e os órgãos ambientais do Brasil tentam agora esclarecer como é que o material altamente poluente — em largas toneladas ainda por contablizar — chegou às águas territoriais brasileiras.

A imprensa relata que foi descartada a participação da Petrobrás, após o PCA Roberto Castello Branco em audiência pública na Câmara dos Deputados, na semana passada, afirmar que as análises laboratoriais provaram que a substância não tem origem na produção da petrolífera estatal.

De acordo com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre as hipóteses estão "um possível vazamento acidental em alguma embarcação" ainda por identificar, "um derramamento criminoso do material por motivos desconhecidos", ou "a eventual limpeza do porão" de um navio.


Bahia luta para conter a mancha

A agência Brasil anuncia que o governador em exercício do estado da Bahia, João Leão, assinou três documentos para ajudar o estado a conter a misteriosa mancha de petróleo.

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