Embora tenha começado com alguns minutos de atraso, a gala musical (CVMA 2019) conseguiu atingir as suas expetativas, conforme a organização. O evento decorreu na sala de espetáculos da Assembleia nacional e contou com a presença de pouco mais de quatro centenas de pessoas e fãs. Uma participação que, conforme a nossa fonte, foi mais reduzida da registada no ano anterior.
Loony Johnson e Roy Job foram os mais premiados nesta gala. Conseguiram levar três troféus cada, sendo o primeiro, classificado como o melhor na categoria de melhor vídeo clip do ano, o melhor Afro beats Afro house e melhor colaboração. Já o Roy Job arrebatou os prémios de melhor coladeira, melhor produtor e melhor álbum do ano.
Nancy Vieira, Djodje e Lucibela, que estiveram ausentes do evento, foram também outros artistas premiados com dois troféus cada. Os na categoria de melhor música tradicional e o de melhor intérprete feminina foram atribuídos à Nancy, os de melhor Kizomba e Sapo Awards, foram para o artista Djodje, enquanto que Lucibela foi nomeada como melhor nas categorias de Morna e de artista revelação.
Além de prémios de menção honrosa destinados ao compositor Nhelas Spencer e ao jornalista da Rádio e Televisão Pública (RTC), Moisés Évora, foram ainda premiadas outras categorias, designadamente melhor Hip Hop (Djede ft.), melhor ritmo internacional (Dino d´Santiago), melhor funaná (Tony Fika), melhor em palco (Elji Beatzkilla), melhor intérprete masculino (Mirri Lobo), melhor música popular do ano (Rapaz 100 juiz), prémio carreira (Dany silva), artista solidário (Batchart) e melhor DJ (Straga Beat).
Do resto, este diário digital está em condições de afirmar que o ambiente em que decorreu esse certame musical foi de euforia e tranquilidade. De acordo com premiados e participantes, a seleção dos premiados foi justa, sugerindo que sejam criadas mais categorias e mais artistas nomeados nas próximas edições dos CVMA.
Celso Lobo
Praia














