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Cabo Verde acolhe na segunda-feira reunião dos peritos em VIH/Sida da Região da África Ocidental e central 12 Mar�o 2022

Cabo Verde acolhe na segunda-feira, 14, uma reunião dos peritos em HIV/Sida da Região da África Ocidental e Central, foi hoje anunciado.

Cabo Verde acolhe na segunda-feira reunião dos peritos em VIH/Sida da Região da África Ocidental e central

Em comunicado enviado às redações, o Ministério da Saúde explica que o encontro da Praia visa identificar abordagens e estratégias alternativas viáveis para aumentar a eficácia e a segurança dos programas para as populações chave.

Segundo a mesma fonte, esta reunião antecede a um encontro político regional intitulado “De Dakar à Praia, Revitalizando a Resposta ao VIH num contexto Regional em mudança na África Ocidental e Central”, a acontecer em Cabo Verde no mês de Maio.

A nota de imprensa adianta que a cimeira de “alto nível” de Dakar sobre o VIH, realizada de 30 de outubro a 02 de Novembro de 2021, culminou com “fortes recomendações” para o desencadear de progressos na resposta à pandemia, especialmente dando prioridade à adaptação de estratégias e programas aos desafios multifactoriais do contexto.

As recomendações incluíam ainda abordagens dirigidas aos grupos mais vulneráveis adoptando um novo quadro para um financiamento sustentável.

Seguindo o processo, num encontro realizado em Agosto de 2021, em Abidjan, foi acordado prosseguir e alargar a conversa de modo a incluir governos, implementadores de programas nacionais, e parceiros técnicos e financeiros, a fim de se construir o compromisso de repensar e reforçar programas populacionais chave na região.

Actualmente, na África Ocidental e Central, as populações mais afectadas pelo VIH/SIDA
são mulheres, jovens, crianças, trabalhadores sexuais, homens que fazem sexo com
homens, pessoas transgénicas e utilizadores de drogas injectáveis.

As raparigas adolescentes e mulheres jovens são responsáveis por quase três em cada cinco
adolescentes entre os 10 e 19 anos de idade que vivem com o VIH.

As mulheres jovens são desproporcionadamente afectadas pelo VIH na região porque enfrentam elevados níveis de desigualdade de género, violência baseada no género e violência sexual.

Em situações de conflito, a violência sexual é geralmente utilizada como estratégia de guerra, sendo as mulheres jovens particularmente vulneráveis, pelo estigma, incluindo a autoestima, a discriminação, a criminalização e o medo, que constituem barreiras ao acesso à informação e aos demais serviços que deveriam protegê-los da infecção pelo VIH. A Semana com Inforpress

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