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Cabo Verde condena intervenção militar da Rússia na Ucrânia e apela a soluções pela via do diálogo 24 Fevereiro 2022

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, condenou hoje a intervenção militar da Rússia na Ucrânia e apelou à procura de soluções pela via diplomática e de diálogo.

Cabo Verde condena intervenção militar da Rússia na Ucrânia e apela a soluções pela via do diálogo

Ulisses Correia e Silva, segundo escreve Inforpress, que discursava hoje no Parlamento no quadro de debate mensal com o primeiro-ministro, salientou que esta crise internacional coloca em risco a paz e a segurança globais.

“Esta crise internacional perante a intervenção militar da Rússia na Ucrânia coloca em elevado risco a paz e segurança globais, ato que Cabo Verde condena apelando à procura de soluções pela via diplomática e de diálogo”, disse o chefe de Governo cabo-verdiano ao iniciar o seu discurso.

Conforme informações publicadas na Agência Lusa, o exército russo confirmou hoje o início do bombardeamento de território da Ucrânia, mas garantiu que os ataques têm apenas como alvo as bases aéreas ucranianas e outras áreas militares, não zonas povoadas, cita Inforpress.

Num comunicado citado pela agência noticiosa estatal russa TASS, o ministério russo da Defesa disse que está a usar “armas de alta precisão” para inutilizar a “infraestrutura militar, instalações de defesa aérea, aeródromos militares e aviação das Forças Armadas da Ucrânia”.

A Ucrânia relata pelo menos oito mortes e mais de uma dezena de feridos nas primeiras horas da invasão russa ao país, segundo o assessor do Ministério do Interior, Anton Gueraschenko.

“Uma mulher e uma criança ficaram feridas na região de Konopot, onde um carro se incendiou. Na cidade de Podolsk, na região de Odessa, há sete mortos, sete feridos e 19 desaparecidos como resultado do bombardeio. Na cidade de Mariupol, região de Donetsk, há um morto e dois feridos”, relatou o responsável, na plataforma Telegram.

Segundo a mesma fonte, o presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, anunciou hoje o início de uma operação militar no leste da Ucrânia, alegando que se destina a proteger civis de etnia russa nas repúblicas separatistas de Donetsk e Lugansk, que reconheceu como independentes na segunda-feira.

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