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Câmara da Praia nega ter vendido a Praça da Igreja Nova Apostólica e acusa PAICV de ter faltado à verdade 13 Julho 2019

A Câmara Municipal da Praia negou, esta sexta-feira, ter vendido a Praça da Igreja Nova Apostólica a um privado, acusando o PAICV de ter faltado com a verdade sobre o assunto.

Câmara da Praia nega ter vendido a Praça da Igreja Nova Apostólica e acusa PAICV de ter faltado à verdade

Num comunicado, a autarquia começa por dizer que as informações, segundo as quais teria vendido a Praça adstrita à Igreja Nova Apostólica, na Fazenda, a um privado para construção de um restaurante, “são manifestamente falsas e imbuídas” de má fé, em abono da verdade.

Citada pela Inforpress, a Câmara de Óscar Santos reforça, afirmando que, à semelhança do que aconteceu com a praça de Palmarejo, o PAICV “e o seu porta-voz-mor”, Vladimir Silves, faltou com a verdade aos cabo-verdianos, apontando que este tem sido o apanágio desse partido e do seu líder de bancada na Assembleia Municipal.

Explicou que há mais de 15 anos que naquela praça funciona um quiosque de latão para a venda de artigos diversos, incluindo álcool e alimentos confeccionados de condições higiénicas duvidosas, que em nada dignificavam aquela infra-estrutura municipal e, naturalmente a cidade.

Por isso, pode-se ler o documento, a 08 de Junho de 2015, “contrariamente” ao que o PAICV “e seu comunicador de serviço” tentaram passar, a Assembleia Municipal da Praia autorizou a câmara a constituição de um direito de superfície a favor de Magda Cardoso, com vista a construção de uma esplanada e requalificação da praceta envolvente.

Nesta linha, a edilidade garante que sempre primou pela transformação da cidade e seus arredores, em locais, seguros, limpos, bonitos e aprazíveis, garantindo, assim, melhor qualidade aos munícipes.

“Não há, pois, e nunca houve a venda da Praça conforme diz o PAICV”, assegurou.

Alem disso, ressaltou, a proposta da câmara municipal foi aprovada por unanimidade dos deputados da Assembleia Municipal da Praia, ou seja, com votos favoráveis do MpD e PAICV, “o que deita por terra as inverdades da oposição”.

“O que mostra que o PAICV na saga da mentira, julga que consegue confundir a opinião pública praiense e, com isso, amealhar alguns votos, já que estão em posição de absoluta fragilidade, nos próximos embates eleitorais”, diz a nota.

Contudo, a câmara reiterou, que “sempre cumpriu e cumprirá”, escrupulosamente a lei” e que infelizmente, ainda existem no país actores políticos que não perceberam que as parcerias públicas privadas são uma forma inteligente de gestão privada de espaços públicos, prevista na lei e sobretudo nas economias de mercado.

Por fim, justifica que a medida se traduz numa solução “win-win” para todos, e que a praça terá sua reabilitação, tornando o espaço mais moderno, limpo, atractivo e acolhedor, refere a fonte que vimos citando.

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