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Cardeal Dom Arlindo Furtado reforça aos cristãos a mensagem para “rejeitar do mal, o que não vale nada” 27 Fevereiro 2020

O cardeal Dom Arlindo Furtado considerou hoje a festa de Cinzas como o sinónimo daquilo que se passa no coração do crente, em sinal do reconhecimento em como o pecador deve “rejeitar o mal, o que não vale nada”.

Cardeal Dom Arlindo Furtado reforça aos cristãos a mensagem para “rejeitar do mal, o que não vale nada”

“Nós, sozinhos, com os nossos pecados, não valemos nada. Reconhecemos esta realidade, a existência do pecado na nossa vida, fruto das nossas fragilidades e das nossas limitações”, realçou Dom Arlindo Furtado, na sua mensagem aos fiéis nesta entrevista à Inforpress, no final da celebração da Missa de Cinzas na Igreja Pro-Catedral Nossa Senhora da Graça, no Plateau.

Sublinhou que “Deus não quer” que ninguém fique no chão, no abismo, argumentando que Deus vem ao encontro de todos para “perdoar, transformar, elevar e santificar a todos na sua paz e na alegria”.

Dom Arlindo explicou que a Igreja pretende, ao longo da Quaresma, que se inicia hoje, tentar fazer o “percurso com graça de Deus, esforço e solidariedade fraterna” para que se possa “deixar, cada vez mais, os pescados e viver com a dignidade de irmão e filhos de Deus”, enquanto “fazedores de bem”, à semelhança de Jesus Cristo que “passou a vida fazendo o bem”.

“Essa plenitude de realização pessoal, de realização comunitária, num clima de relacionamento fraterno e filial com Deus, nós chamamos a Caminhada Quaresmal, a conversão, a mudança que acontece porque Deus está connosco e nos quer a viver, com alto nível de dignidade e de felicidade”, afiançou.

O chefe máximo da Igreja católica em Cabo Verde considerou de “muito importante” este ciclo quaresmal, com o argumento de que os cristãos reconhecem que são pecadores, ao fazerem coisas negativas, e que precisam de se libertar desta “tara de pecados” que “em nada nos ajuda a ser felizes e nem tornar felizes a vida dos outros”.

Neste sentido, explicou que durante o tempo quaresma, os cristãos procuram reforçar o esforços feitos, de forma a ajudar a superar estas limitações, na construção de um mundo diferente, de modo a chegar a Páscoa, sinónimo da “libertação total do mal do pecado”, que deve ser ao longo de toda a vida. C/Inforpress

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