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Caso de alegado Não-Justiça: Advogado e deputado Amadeu Oliveira acusado de atentado contra o Estado de Direito 09 Dezembro 2021

O caso de alegado Não Justiça tem novos desenvolvimentos com o advogado e deputado Amadeu Oliveira a ser acusado por crimes de atentado contra o Estado de Direito, perturbação do funcionamento de órgãos constitucional e ofensa a pessoa colectiva, anunciou a Procuradoria-geral da República.

Caso de alegado Não-Justiça: Advogado e deputado Amadeu Oliveira acusado de atentado contra o Estado de Direito

Caso de alegado Não - Justiça: Advogado e deputado Amadeu Oliveira acusado de atentado contra o Estado de Direito

O caso de alegado Não - Justiça tem novos desenvolvimentos com o advogado e deputado Amadeu Oliveira a ser acusado por crimes de atentado contra o Estado de Direito, perturbação do funcionamento de órgãos constitucional e ofensa a pessoa colectiva, anunciou a Procuradoria-geral da República.

Em comunicado divulgado na página da instituição na Internet citado pela Inforpress, o Ministério Público anunciou que realizadas todas as diligências determinou, no dia 16 Novembro, o encerramento da instrução, deduziu acusação e requereu julgamento do advogado, que se encontra em prisão preventiva.

“Imputando-lhe, em autoria material, a prática de um crime de atentado contra o Estado de Direito, em concurso efectivo com um crime de coação ou perturbação do funcionamento de órgão constitucional e um crime de ofensa a pessoa colectiva, cometido contra o Supremo Tribunal de Justiça”, lê-se no comunicado da Procuradoria-geral da República.

A mesma fonte indicou que notificado da acusação, o arguido requereu a Audiência Contraditória Preliminar (ACP), ainda sem data.

Segundo lembra a mesma fonte, o Tribunal da Relação do Barlavento aplicou no dia 20 de Julho a prisão preventiva a Amadeu Oliveira, que foi eleito deputado em Abril nas listas da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) pelo círculo eleitoral de São Vicente.

Foi detido em São Vicente, fora de flagrante delito, imputando-lhe a prática de um crime de ofensa a pessoa colectiva e dois de atentado contra o Estado de Direito.

Em causa estão várias acusações contra os juízes do Supremo Tribunal de Justiça e a fuga do País do condenado inicialmente a 11 anos de prisão por homicídio – pena depois revista para nove anos – Arlindo Teixeira em Junho passado (ver foto), com destino a Lisboa, tendo depois seguido para França, onde está há vários anos emigrado, refere a fonte deste jornal.

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