POLÍTICA

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Caso de Governo gordo - II: Cientista político considera que novo elenco governamental dá primazia ao reforço da Saúde e do Ensino Superior 26 Maio 2021

O cientista político Daniel Costa considerou que o Governo deu primazia ao reforço do sector da Saúde e ao Ensino Superior face às necessidades de exigência e de qualidade, com uma demanda “para mais e melhor qualidade”.

Caso de Governo gordo - II: Cientista político considera que novo elenco governamental dá primazia ao reforço da Saúde e do Ensino Superior

Esta é a explicação científica de Daniel Costa, ao ser abordado pela Inforpress, quanto à composição do VIII elenco governamental desta II República, em que o executivo passa a contar com 19 ministros e nove secretários de Estados, numa altura em que o País está na luta contra a pandemia da covid-19.

Referindo-se, nesta segunda parte de análise ao recém-constitiuido governo gordo de Ulisses Correia e Silva, à criação do cargo de secretário de Estado da Economia Agrária, Daniel Costa disse que o chefe do Governo deu voz às críticas veiculadas no seu primeiro mandato, assim como a instituição do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, alegando que o Ministério dos Negócios Estrangeiros volta a recuperar uma antiga secretaria para “reforçar a equipa”.

No campo da Economia, enalteceu a criação da secretaria de Estado da Economia Digital, e da do Fomento Empresarial, enquanto reforços para o ministério liderado pelo Vice-Primeiro-ministro, Olavo Correira, com a intenção de dar respostas “mais eficazes e eficientes” em processos que estavam a ser “bastante criticados”.

Falta do Minisitério do Trabalho e precaridade laboral

Quanto à falta da institucionalização do Ministério do Trabalho neste elenco governamental da X Legislatura, o que tem provocado “insatisfação e preocupação” dos sindicatos, Daniel Costa considerou que talvez se trate de uma opção política e ideológica do próprio Governo, com “políticas neo-liberais muito claras” que, geralmente, “brigam com questões trabalhistas”.

Referiu que desde 2008 houve uma revisão na Lei Laboral, que “fragilizou e precarizou bastante” o mercado de trabalho, pelo que observou que o Governo de Ulisses Correia e Silva, desde o primeiro mandato, tem pautado por esta opção.

Nesta perspectiva, ressalvou que cabe aos sindicatos fazer a luta para colocarem na agenda as suas preocupações e as dos trabalhadores, em geral, conlui aquele cientista social citado pela Inforpress.

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade


  • Mediateca
    Cap-vert

    Uhau

    Uhau

    blogs

    publicidade

    Newsletter

    Abonnement

    Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project