ACTUALIDADE

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Caso que envolve vice-presidente da AN em Santo Antão: PAICV diz que deputado Armindo Luz quer desviar atenção sobre exploração ilegal de pedreira 25 Janeiro 2022

O caso que envolve o vice-presidente da Assembleia Nacional conhece um novo capítulo com a primeira secretaria do sector do PAICV da Ribeira Grande a afirmar que o deputado do MpD Armindo Luz tentou usar a “má relação” do delegado do MAA com os agricultores para desviar a “atenção” das acusações do problema da ilegalidade relacionada com a exploração da pedreira.

Caso que envolve vice-presidente da AN em Santo Antão: PAICV diz que deputado Armindo Luz quer desviar atenção sobre exploração ilegal de pedreira

Segundo a Inforpress, Maria Teresa da Cruz, que falava em conferência de imprensa, esta terça-feira, enfatizou que o deputado Nacional Armindo Luz demonstrou “descaso” com o sector de actividade mais importante do concelho e com os agricultores, quando o mesmo afirmou que durante a última legislatura e também nesta “nunca visitou” a delegação do MAA.

“Julga-se que um deputado da nação que representa a ilha deve ser defensor e cumpridor das leis aprovadas pelo parlamento que representa e ser parte da solução dos problemas que afectam as populações que o elegeram”, pontuou.

A primeira secretaria do sector do PAICV da Ribeira Grande salientou que está a acompanhar a situação que nada “dignifica” os políticos e os chefes das instituições.

É que, conforme a mesma fonte, enquanto a problemática dos sectores agrícolas e ambientais tornam-se “mais grave”, aqueles que deveriam ser os principais “protagonistas” das soluções viáveis para ultrapassar os problemas surgem a agir em “contramão”.

“Diante disso, segundo Maria Teresa da Cruz, é “lúcido” colocar algumas questões, “exigindo” das instituições competentes a “averiguação” das acusações públicas.

“Qual é na verdade a relação do deputado da nação com a exploração ilegal da pedreira? Quem se responsabilizará pelos eventuais prejuízos ambientais e materiais resultantes da pedreira, ao que tudo indica autorizado pelo presidente da Câmara Muncipal da Ribeira Grande, instituição sem competência legal para tal? Como ficará as relações interinstitucionais e a credibilidade das instituições se, conforme afirmações públicas no concelho, existe um presidente de Câmara que controla decisões e recomendações com o serviço desconcentrado do Estado com responsabilidade no domínio ambiental, nomeadamente na exploração de recursos naturais?”, questionou a primeira secretaria do sector do maior partido da oposição.

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade


  • Mediateca
    Cap-vert

    Uhau

    Uhau

    blogs

    Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project