O artista vê Jesus sozinho na sua última ceia, a derradeira que lhe ia permitir despedir-se e preparar os discípulos para a vida sem o Messias.
A desolação duma ceia sozinho… É mais que isso, é ainda mais desolador porque essa mudou toda a história do Cristianismo.
E mudar-lhe a narrativa tem um impacto imenso que tem de mudar comportamentos para todos acatarem as regras das autoridades sanitárias concordando ou não, em tempo de pandemia.
A reinterpretação que faz o artista alemão da ’Última Ceia’, ao retirar — photoshop ajuda, sopram-me — os Doze Apóstolos da narrativa pictórica de Leonardo da Vinci dará a crentes e não crentes, idealmente em isolamento, a dimensão da vivência destes tempos de pandemia em que a regra é o distanciamento social.
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