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China: Pena capital para ex-dirigente — Confissão foi em direto na televisão 06 Janeiro 2021

Lai Xiaomin, que presidia o ’China Huarong Asset Managment’, um dos maiores conglomerados financeiros do país, foi na terça-feira, 5, condenado à pena capital pelos "crimes de corrupção e bigamia". Indiciado em 2018, confessou os crimes numa emissão da televisão pública, que mostrou gavetas e cofres recheados e uma conta de 300 milhões de yuans em nome da mãe. Do total de perto de dois biliões de yuans de subornos recebidos entre 2008 e 2018, Lai afirmou que não teve "coragem de gastar um cêntimo".

China: Pena capital para ex-dirigente — Confissão foi em direto na televisão

A confissão dos crimes, feita em janeiro de 2020 num direto na televisão estatal, não fugiu aos detalhes sobre os crimes de suborno e os cofres cheios, a conta de quatro milhões de contos em nome da mãe, e o total equivalente a perto de trinta milhões de contos. Mais: casado e com filhos, Lai constituiu outra família em paralelo. Em alguns casos usou a sua posição de dirigente do PCC-Partido Comunista Chinês para beneficiar "várias mulheres, com quem chegou a ter fihos".

A atenuação da pena que podia ter acompanhado o arrependimento não aconteceu, no entanto.

As autoridades de Pequim determinadas a combater a corrupção no seio do aparelho do Estado identificaram, desde 2012, um milhão e meio de membros do PCC-Partido Comunista Chinês envolvidos em crimes, sobretudo de cariz financeiro.

O retumbante crime financeiro de Lai recebeu por isso uma sentença draconiana — que ele ouviu vestido com o fato de prisioneiro (foto).

Fontes: SCMP/AP/

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