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Confiança dos consumidores cabo-verdianos aumenta pelo quarto trimestre consecutivo 31 Agosto 2021

O indicador de confiança nos consumidores cabo-verdianos manteve a tendência ascendente e aumentou no segundo trimestre deste ano, o que acontece há quatro trimestres consecutivos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Confiança dos consumidores cabo-verdianos aumenta pelo quarto trimestre consecutivo

De acordo com o indicador de confiança no consumidor, o segundo trimestre de 2021 manteve a tendência de aumento de confiança das famílias cabo-verdianas, depois dos períodos mais críticos da pandemia da covid-19.

"Nota-se ainda que o indicador evoluiu positivamente face ao trimestre homólogo. Este resultado justifica-se basicamente pela apreciação positiva das famílias sobre a sua situação económica atual e a evolução do desemprego no país para os próximos 12 meses relativamente ao trimestre homólogo", explicou aquele instituto cabo-verdiano.

Questionadas sobre a situação presente e passada, as famílias inquiridas responderam que, tanto a sua situação económica do seu lar como a situação económica do país evoluíram positivamente relativamente ao trimestre homólogo.
"Na opinião dos inquiridos, os preços de bens e serviços aumentaram e o desemprego no país diminuiu ligeiramente relativamente ao mesmo período do ano 2020", concretizou.

Quanto à poupança, no segundo trimestre a maior parte dos inquiridos (83,8%) considerou que a atual situação económica do país não permite poupar dinheiro, mas houve uma redução relativamente ao período homólogo, que era de 93,2%.

"De realçar que 12,1% dos inquiridos afirmaram ser possível poupar algum dinheiro com a atual situação económica do país sendo que, no trimestre homólogo, era de 6,6%, apresentando um acréscimo de 4,4 pontos percentuais", salientou ainda o INE.

Nos segundos três meses do ano, questionadas sobre as perspetivas futuras, as famílias cabo-verdianas responderam que, tanto a situação financeira das famílias como a situação económica do país deverão evoluir negativamente face ao trimestre homólogo.

Por outro lado, preveem que tanto os preços de bens e serviços como o desemprego deverão diminuir face ao trimestre homólogo.

Quanto à intenção de comprar carro, 85 em cada 100 entrevistados afirmaram ter a certeza absoluta de que não tencionam fazer esse negócio nos próximos dois anos.
E quanto à intenção de comprar ou construir uma casa, no 2.º trimestre deste ano, 17,9% dos inquiridos afirmaram que provavelmente sim, ou seja, irão construir ou comprar uma casa (contra 13,6% no período homólogo) representando um aumento de 14,3 pontos percentuais. A Semana com Lusa

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