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Conjugicida fugitiva à justiça portuguesa viveu ’descontra’ no centro da Praia, Cabo Verde 29 Setembro 2022

A imprensa portuguesa destaca hoje que a fugitiva Fernanda Baltazar — que matou o noivo na véspera da cerimónia nupcial marcada para o Natal de 2016 — viveu até ser detida na semana passada uma vida normal na cidade da Praia. Dizia trabalhar como professora, mas parece que "vivia de expedientes" desde "furtos em supermercados" a "aulas de autoestima".

Conjugicida fugitiva à justiça portuguesa viveu ’descontra’ no centro da Praia, Cabo Verde

A imprensa portuguesa destaca hoje que a fugitiva Fernanda Baltazar, até ser detida através de mandado interpol na semana passada, viveu uma vida normal na cidade da Praia. Dizia trabalhar como professora, mas parece que "vivia de expedientes" desde "furtos em supermercados" a "burlas sobre lições de autoestima", referem as fontes da referência.

Em Portugal, os pais da vítima Hugo Oliveira disseram esta manhã à TVI que continuam "em choque" com a morte do filho e que só tinham visto uma "única vez" a que ia ser sua nora — o casamento estava marcado para o dia de Natal de 2016.

Souberam pela comunicação social. Segundo os pais da vítima afirmaram foi através da imprensa que souberam da detenção. O mesmo afirmou o advogado da condenada que se disse "desconcertado" com o facto de que "não ter sido avisado da detenção em Cabo Verde".

Homicídio qualificado

O crime ocorreu num apartamento sito no Parque das Nações, selecto bairro moderno em Lisboa, na véspera de Natal. O casal formado pela professora então de 35 anos e Hugo Oliveira, de 34 anos de idade (ou 25, segundo outros), regressara a casa após o jantar no Hotel Ritz.

Fernanda Baltazar tinha comprado "trinta e cinco quilos de gelo seco" que foi espalhado no quarto e ativado com o fogo ateado no colchão.

Para o tribunal, a arguida premeditara o crime que veio a consumar com a intoxicação por dióxido de carbono até à morte do noivo, deitado na cama a que fora ateado fogo.

Em tribunal a linha de defesa foi que se tratava de um pacto suicida e que Fernanda Baltazar, depois de pegar fogo à cama, se "acobardou" e fugiu.

A tese da defesa foi desmontada pelo tribunal de primeira instância, que foi apoiado pelo STJ.

Fontes: SIC/CM/CNN. Relacionado: Conjugicídio: Portugal pede extradição de fugitiva condenada por matar noivo com gelo seco — Está detida na cidade da Praia, 24.set.022. Fotos: Fotografada numa conhecida pastelaria da capital. (Em baixo,à esqª: Advogado da condenada diz-se "desconcertado por não ter sido avisado da detenção em Cabo Verce.

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