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Construtores de catedrais 05 Maio 2019

Construtores de catedrais

Carregaram pedras e paus, areia e água, cascalho e terra.

Além-mar a norte, o povo anónimo, cuja memória nem ocorre nas brochuras informativas vistas por muitos milhões de turistas que em cada ano veem em todo o lado impresso o nome de Luís mais o bispo de Sully. Luís nono, o santo, e o avô, sétimo do nome que chega a dezoito. Uma sucessão, apenas cortada pela revolução (a grande de 1789 e a sua cóia de 1830). E a restauração, 200 anps depois, será o que os coletes-amarelos almejam?

Aqui o povo anónimo e até mesmo o rei que acedeu aos rogos do bispo cairam no esquecimento.

No esquecimento cairam também os autores do incêndio que devastou a sé catedral da Cidade da Ribeira Grande em 1585. Francis Drake e os seus temíveis corsários que “partiam com os bens das suas vítimas, e de longe riam a ver as labaredas a consumir a cidade de gente chacinada com ferros e depois calcinada pelo fogo” (Evocação entre as ruínas da catedral da Cidade Velha, agosto 1995).

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