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Coronavírus: Governo garante que HAN está preparado para receber estudantes que chegam da China 01 Fevereiro 2020

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, garantiu hoje que o Ministério da Saúde e o Hospital Agostinho Neto, na cidade da Praia, já estão preparados para receber os possíveis estudantes que chegam hoje da China.

Coronavírus: Governo garante que HAN está preparado para receber estudantes que chegam da China

Face à propagação do Coronavírus, que já matou 213 e infectou 9.692 pessoas na China, segundo a RCV, um grupo de estudantes cabo-verdianos, que estavam naquele país asiático, chega hoje a Cabo Verde, por iniciativa própria, depois de o Governo ter descartado a hipótese de evacuar os estudantes cabo-verdianos que se encontram em Wuhan.

Questionado pelos jornalistas sobre as medidas que serão tomadas e se há espaço para ficarem em quarentena, caso seja necessário, o chefe do Governo espera não haver necessidade, mas, caso seja [necessário], afirmou que o Ministério da Saúde e os hospitais, particularmente, o Hospital Agostinho Neto, estão preparados para o efeito.

O chefe do Governo, que falava em declarações à imprensa antes de presidir à uma conversa aberta sobre a “Constituição, Liberdade e Democracia”, com os alunos universitários da Escola de Negócios e Governação, na cidade da Praia, afirmou que estão a acompanhar as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Informou que o Governo tem os protocolos prontos para serem accionados em caso de alguma necessidade, e que irão seguir as recomendações e as melhores práticas internacionais, e que os profissionais da saúde já estão preparados para qualquer eventualidade.

“Não temos nenhum caso e estamos preparados para eventualidades que possam surgir, nomeadamente se houver necessidade de quarentena relativamente de alguém que chegou da China, mas nós confiamos também que a China tem estado a fazer um trabalho meritório, tentando conter ao máximo a situação existente e evitar que a propagação se faça em níveis incontroláveis” disse.

Ulisses Correia e Silva sublinhou que este combate não diz respeito só na China, mas que todos os países do mundo devem combate-lo em prol da saúde global. C/Inforpress

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