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Covid-19: Agências de viagens defendem prorrogação do lay-off entre três a seis meses 31 Maio 2020

A Associação das Agências de Viagens e Turismo de Cabo Verde (AAVT) defende a prorrogação do lay-off entre três a seis meses para agências de viagens, por estas estarem entre “os mais afectados pela pandemia Covid-19”.

Covid-19: Agências de viagens defendem prorrogação do lay-off entre três a seis  meses

Trata-se, conforme um comunicado enviado à Inforpress, de uma das posições saídas de uma reunião online, realizada na quarta-feira, com os seus associados, para tomar pulso das dificuldades enfrentadas pela classe neste “período peculiar” de estado de emergência.

“O encontro provou-se frutífero, também para a recolha de subsídios que certamente deverão enriquecer o documento final a ser apresentado à tutela executiva do Turismo e Transportes”, adianta o documento.

Das medidas previstas no referido documento, além da questão da suspensão do contrato de trabalho (ou lay-off, em que os trabalhadores recebem 70% do salário), destacam-se, conforme a mesma fonte, a urgência na liquidação de dívidas às agências de viagens por parte do cliente estado, o pagamento dos 35% de salários por parte do INPS, a flexibilização no acesso ao crédito junto dos bancos comerciais.

No documento destaca-se ainda a prorrogação automática das licenças das agências de viagens por um ano para evitar novas garantias bancárias e seguros de caução, a construção de uma nova grelha tarifária nos transportes aéreos e marítimos, com apresentação de tarifas de operador, bem como novos créditos e apoio no turismo interno.

“A Direcção da AAVT evidenciou os esforços na articulação com os principais parceiros na busca de soluções a contento de todos, nomeadamente Ministério do turismo e Transportes, o INPS e a Cabo Verde Interilhas. Esta última, a visar o estreitar da parceria e a possibilidade de criação de novas rotas para o incremento do turismo interno”, acrescentou.

Os associados da AAVR também advogam a prorrogação da moratória de crédito e aumento do período de carência para novos créditos, bem como das taxas de juros.

“Ficou ainda evidente a pertinência de constituição de um fundo de emergência para a AAVT, precisamente para amenizar os efeitos e apoiar os associados em situações de crise como a que agora vivemos”, lê-se.

Ainda na mesma nota, a AAVT augura uma retoma rápida à normalidade da CVA, atendendo à importância estratégica para o país e as agências de viagens e turismo em particular. A Semana com Inforpress

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