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Covid-19: Cabo Verde soma mais 53 infetados com uma morte no Mindelo e triplicou número de casos nas últimas duas semanas 18 Janeiro 2021

Cabo Verde triplicou, nas últimas duas semanas, o número de casos de covid-19, anunciou hoje o director nacional da Saúde, Jorge Noel Barreto, num dia em que se registaram 53 novas infeções num de 376 testes realizados e uma morte em São Vicente. Os concelhos mais afetados pela doença continuam a ser Praia (15) e São Vicente (14).

Covid-19: Cabo Verde soma mais 53 infetados  com uma morte no Mindelo e  triplicou número de casos nas últimas duas semanas

Segundo o comunicado do governo citada pela inforpress, a capital do País foi a que maior número de infeções apresentou hoje (15), seguido de São Vicente com 14, São Domingos (6); Santa Catarina (3); São Salvador do Mundo (1); S. Miguel (1); São Lourenço dos Órgãos (1); Mosteiros (3); Ribeira Grande de Santo Antão (5); Porto Novo (2) e Maio (2).

Jorge Noel Barreto revelou que, neste domingo, ocorreu um óbito em São Vicente e trata-se de um senhor de 87 anos de idade, que se encontrava internado no Hospital Baptista de Sousa.

O director nacional da Saúde declarou à imprensa que de 04 a 16 de Janeiro tem registado uma triplicação do números de casos de infecções, pelo que voltou a apelar à população a cumprir as normas sanitárias, nomeadamente o uso de mascaras, o respeito pelo distanciamento físico e, ainda, evitar frequentar lugares com aglomerações de pessoas e festas desnecessárias.

Instado sobre a existência de novas variantes da covid-19 em Cabo Verde, afirmou que ainda não se conhece estas estirpes no País, mas que podem ser enviadas algumas amostras ao exterior, a fim de serem analisadas.

Neste momento, há a assinalar 68 recuperados (Praia 21, Santa Catarina 1, São Filipe 5, Mosteiros 4, Santa Catarina do Fogo 1, Porto Novo 5, São Vicente 24, Boa Vista 1 e Maio 6).

Com os novos dados, o País passa a contabilizar 634 casos activos, 12.287 casos recuperados, 120 óbitos, três óbitos por outras causas e dois transferidos, perfazendo um total acumulado de 13.046 casos positivos.

Segundo a Lusa, citando a agência France-Presse, quase 95 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo desde que o SARS-CoV-2 foi identificado na China em Dezembro de 2019.

Pelo menos 2.031.048 pessoas morreram e mais de 94.964.590 foram contagiadas, das quais 57.817.100 já foram consideradas curadas, desde o início da pandemia.

Os números baseiam-se nos balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as revisões realizadas a posteriori pelos organismos estatísticos, como acontece na Rússia, em Espanha ou no Reino Unido.

Nas últimas 24 horas registaram-se 8.843 mortes e 544.292 casos em todo o mundo. Os países que registaram mais mortes nos seus últimos balanços foram os Estados Unidos, com 2.109, o Reino Unido (671) e o Brasil (551).

Os Estados Unidos são o país mais afectado tanto em número de mortes como em casos, com 397.600 mortes em 23.937.332 casos registados, de acordo com a contagem da universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afectados são o Brasil, com 209.847 mortes e 8.448.099 casos, a Índia (com 152.419 mortes 10.571.773 casos), o México (140.704 mortos e 1.641.428 infectados) e o Reino Unido (89.261 mortes em 3.395.959 casos).

Entre os países mais afectados, a Bélgica é a que tem maior número de mortes relativamente à sua população, com 176 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pela Eslovénia (153), Itália (136), República Checa (135) e Bósnia-Herzegovina (134).

A Europa contava, às 11:00 de hoje (10:00 de Cabo Verde) com 660.429 mortes em 30.597.162 casos, a América Latina e Caraíbas com 550.383 mortes (17.368.045 casos), os Estados Unidos e Canadá com 415.584 mortos (24.644.685 infectados), a Ásia com 230.889 mortes (14.645.234 casos), o Médio Oriente com 93.892 mortos (4.413.604 infectados), a África com 78.926 mortes (3.264.339 casos) e a Oceânia com 945 mortes (31.523 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou e as técnicas de despistagem e de rastreamento de contactos melhoraram, levando a um aumento das contaminações registadas.

Ainda assim, o número de casos diagnosticados continua a reflectir uma fracção do total real de contaminações, pois uma parte importante dos casos menos graves ou assintomáticos permanece não detectada.

O balanço foi feito a partir de dados recolhidos pela AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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