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Covid -19: Da diáspora notícias tristes 10 Maio 2020

Era meio-dia. Mais uma morte não-anunciada.

Covid -19: Da diáspora notícias tristes

Duas pessoas próximas morreram-nos na diáspora, na última semana de abril: uma de 70 anos em França, a outra de 81 nos Países Baixos, ambas com quase meio século naqueles países.

Entraram no hospital para a hemodiálise habitual. No caso neerlandês, algo relutante com medo do coronavírus. Em ambos os casos, apresentaram sintomas uma semana depois e foram hospitalizados. No caso francês, a pessoa morreu uma semana depois, enquanto no outro, o octogenário morreu ao 3º dia do novo internamento.

Todos na terceira-idade é certo a comprovar a ideia generalizada de que é uma doença que atinge os mais idosos. Mas tendo em conta a esperança de vida naqueles países e a história familiar conclui-se: entre ambas tiveram a vida encurtada em uns trinta anos.

América: o desespero de quem espera há meses por um voo de regresso

Como vivem os nossos esta epidemia, em especial na diáspora?
Há aqueles que foram para visitas à família e acabaram por ser apanhados de surpresa com o fecho da fronteira, suspensão de voos. Sem recursos ao fim do tempo previsto da estadia, há meses que esperam por um voo de regresso.

E há também as vítimas mortais na América, onde há notícia de que já morreram da doença do novo coronavírus dez?, trinta?, cabo-verdianos?

Três dezenas pelo menos, mas o representante diplomático não sabe dizer quantos ao certo. Porquê esse "não saber" tem que ver com o desconhecimento do que é ser cabo-verdiano na América. A maior parte dos cabo-verdianos serão classificados etnicamente como afro-americanos, exceptuam-se aqueles que entrarão em outras categorias como "latinos", ou no abrangente "outros".

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