A América parou para ouvir o ator oscarizado e, segundo os media pela primeira vez, tomou consciência da gravidade da situação. É que Tom Hanks, aos 63 anos se tornou no “tio” em quem os americanos confiam, concluíam os media no dia seguinte.
Como a imprensa mostrou ao longo de várias semanas, o presidente Donald Trump na Sala Oval dirigia-se ao país: "Vai passar, acreditem e fiquem calmos".
Entretanto, os teatros, os cinemas, os restaurantes continuavam cheios, com a população a sentir-se “segura”, inconsciente da gravidade do surto de coronavírus.
Os media americanos até destacam que o país tem dificuldade em tomar consciência das notícias dramáticas vindas da China e Itália.
Só na quinta-feira, 12, o presidente admitiu que a situação é grave. Horas depois de o ator Tom Hanks anunciar na quarta-feira, 11, que ele e a esposa Rita tiveram testes positivos do Covid-19.
Em comunicado público o casal expressou que vai “estar em isolamento durante o tempo que for necessário”, por forma a “preservar a saúde pública”.
E foi então que, horas depois, a Broadway, a Meca do teatro, deu o primeiro sinal de consciência e suspendeu os espectáculos dessa noite, por tempo indeterminado.
Alemanha: Heidi Klum
A atriz, de vestido vermelho, desespera: "Já não há nenhum teste à venda", desabafou nas redes sociais. Após sentir febre alta, dores musculares e tosse, ficou receosa e quis tirar dúvidas. Assim, na sexta, 13, foi à farmácia pedir um teste.
Fontes: CNBC/N Y Times/Washington Post/DW. Fotos (AFP): Tom Hanks e Rita Wilson anunciaram que estão infectados e entraram "em isolamento pelo tempo necessário em prol da saúde pública". Heidi Klum (de vestido vermelho) desespera: "Já não há nenhum teste à venda". LS
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