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Covid-19: Macau reduz quarentenas em hotel para cinco dias, mas obriga permanência de três em casa 12 Novembro 2022

Macau vai reduzir a partir de sábado a quarentena para quem chega ao território de sete para cinco dias, anunciaram hoje as autoridades de Saúde, que impõem agora obrigatoriedade de permanência em casa por mais três dias.

Covid-19: Macau reduz quarentenas em hotel para cinco dias, mas obriga permanência de três em casa

“A partir de amanhã, [para] as pessoas vindas de Hong Kong, Taiwan e do exterior para Macau, o período de observação médica passa de ‘7+3’,ou seja sete dias de observação médica [num hotel designado] mais três de quarentena domiciliária para ‘5+3’”, anunciou o diretor dos Serviços de Saúde.

Alvis Lo ressalvou que durante os três dias de quarentena domiciliária, "as pessoas vão ficar com código de saúde vermelho”, ou seja, estão proibidas de sair de casa a menos que seja para realizarem testes à covid-19.

No início de Agosto, a cidade já tinha reduzido o período de quarentena de 10 para sete dias, embora neste caso, o código de saúde definido para a observação domiciliária fosse o amarelo, que permite deslocações em Macau.

A nova medida vem no seguimento da alteração da política de quarentena anunciada hoje por Pequim. Quem chegar à China do exterior terá de completar cinco dias num hotel designado pelo governo, seguidos de três dias de confinamento em casa, de acordo com um comunicado da Comissão Nacional de Saúde.

Macau fechou as fronteiras em março de 2020 e desde então que as pessoas que chegam ao território - com exceção da China continental - são obrigadas a cumprir quarentena em hotéis designados pelas autoridades, que chegou a atingir 28 dias.

As rigorosas restrições fronteiriças tiveram um forte impacto no turismo e setor do jogo, pilares da economia local.

De acordo com a representante da Direção do Turismo na conferencia de imprensa, Lam Tong Hou, "com estas medidas menos rigorosas”, Macau vai poder “atrair mais turistas”.

A região administrativa especial chinesa registou seis mortes e mais de 2.600 casos da doença, incluindo assintomáticos, em quase três anos.

A Semana com Lusa

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