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Covid-19: Portugal com mais 2.854 casos e 149 mortes nas últimas 24 horas 13 Fevereiro 2021

O Boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde dá conta de que há em Portugal 5.230 internados, dos quais, 846 em unidades de cuidados intensivos. Menos 340 do que ontem, quarta-feira e menos 10 nos cuidados intensivos. Portugal ultrapassa assim, as 15 mil mortes pela Covid-19.

Covid-19: Portugal com mais 2.854 casos e 149 mortes nas últimas 24 horas

Segundo o Diário de Notícias, Portugal confirmou, nas últimas 24 horas, 2854 novos casos de Covid-19 e 149 óbitos, de acordo com o Boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) desta sexta-feira,12. “O número de novas infeções continua a diminuir esta semana, embora o número de óbitos, menos 18 do que no dia anterior, continue elevado. Tendo hoje ultrapassado as 15 mil mortes”, escreve.

O Boletim diário da DGS dá ainda conta de uma descida significativa a nível de internamentos da maior descida de internamentos esta semana 5.230, menos 340 do que nesta quinta-feira, e 846, menos dez nos cuidados intensivos. O país soma um total de 781.223 infetados desde o início da pandemia e mais de 15.034 óbitos provocadas pelo novo coronavírus SARS CoV-2.

Escolas, fábricas em concelhos com maior incidência rastreadas regularmente

Ainda, de acordo com a mesma fonte, os testes à Covid-19 vão passar a ser feitos a cada 14 dias nas escolas, prisões, fábricas e construção civil dos concelhos com elevada incidência de casos, segundo a Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2.

Conforme a atualização da Estratégia da Direção-Geral da Saúde (DGS), que entra em vigor na segunda-feira, 15, estão em causa os concelhos com incidência cumulativa de casos de Covid-19 a 14 dias superior a 480 por 100 mil habitantes.
“Nestas regiões serão utilizados testes rápidos de antigénio (TRAg) com uma periodicidade de 14/14 dias em contextos ocupacionais de elevada exposição social, como fábricas, construção civil, escolas, entre outros locais”, cita o DN, sublinhado que se não forem identificados casos de infeção por SARS-CoV-2, mantém-se a periodicidade do rastreio.

O Diário de Notícias escreve ainda, que em situação de cluster e surto, como, por exemplo, em escolas, estabelecimentos de ensino, Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI) e instituições similares/fechadas, deve ser realizado, preferencialmente, um teste rápido de antigénio a todos os contactos de alto e baixo risco, sob a coordenação das equipas de saúde pública, em articulação com os parceiros municipais, ou outras entidades.

Para a DGS, a estratégia, agora revista, deve ser adaptável à situação epidemiológica a nível regional e local, bem como aos recursos disponíveis, tendo como objetivos, através da utilização adequada de testes laboratoriais, reduzir e controlar a transmissão da infeção, prevenir e mitigar o seu impacto nos serviços de saúde e nas populações vulneráveis e monitorizar a evolução epidemiológica da Covid-19. “A norma alarga a testagem ao SARS-CoV-2 a todos os contactos, incluindo a realização de testes moleculares aos de baixo risco no momento da identificação do contacto”, cita.

Sabe-se que, para o controlo da transmissão comunitária e monitorização da evolução epidemiológica da Covid-19, são disponibilizados testes antigénio nas Unidades dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) e nas Unidades Locais de Saúde (ULS). São também disponibilizados testes rápidos de antigénio aos utentes assintomáticos com consulta presencial, que consintam a sua realização.

"Nos procedimentos urgentes e emergentes, a ausência de um teste laboratorial não deve atrasar a prestação de cuidados clínicos adequados, devendo, nestas circunstâncias, ser utilizado, por parte dos profissionais de saúde, o Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado para a prestação de cuidados a doentes com suspeita de COVID-19", sublinha a DGS, citado pela nossa fonte, acrescentando que nas unidades prestadoras de cuidados de saúde devem ser realizados testes laboratoriais de rastreio da infeção por SARS-CoV-2.

A DGS refere que, "atendendo à atual fase da pandemia Covid-19 importa fortalecer as linhas de intervenção, com base na evolução epidemiológica e no avanço do conhecimento científico".

Seguindo o seu Plano da Saúde para o Outono-Inverno 2020-21, a DGS acredita que a capacidade de controlar a epidemia através de um efetivo rastreio de contactos, da aplicação de testes de diagnóstico laboratorial para SARS-CoV-2 em larga escala, da deteção ativa e precoce de casos, e do isolamento rigoroso dos casos e seus contactos, são elementos chave para limitar a propagação da Covid-19.

Diretores de serviços hospitalares pedem mais medidas para evitar novas ondas

Divulgado pelo Diário de Notícias, os diretores de serviços de doenças infeciosas dos maiores hospitais do País sugerem ao Governo que prepare um plano e adote medidas robustas que permitam evitar sucessivas ondas epidémicas e apelam ao reforço de meios humanos e materiais.

Numa tomada de posição conjunta, a propósito da pandemia de Covid-19, os diretores dos Serviços de Doenças Infeciosas dos maiores hospitais portugueses e do Colégio da Especialidade de Doenças Infeciosas da Ordem dos Médicos, sugeriram esta sexta-feira, 12, ao Governo que se inície, desde já, a preparação de um plano que permita evitar sucessivas ondas epidémicas, conforme a nossa fonte.

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