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Covid-19: Subsídios de desemprego teve um aumento “extraordinário” – presidente do INPS 22 Setembro 2021

A presidente do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), Orlanda Ferreira avançou, esta terça-feira, que o subsídio de desemprego teve um aumento “extraordinário”, ou seja, quatro vezes mais daquilo que a instituição pagava habitualmente. A responsável avançou que já foram gastos à volta de 2,7 milhões de contos com medidas implementadas no âmbito da pandemia da covid-19. Cerca de 80 a 90 por cento (%) do montante pago durante essa fase é destinado à suspensão do contrato de trabalho (lay-off).

Covid-19: Subsídios de desemprego teve um aumento “extraordinário” – presidente do INPS

Orlanda Ferreira que falava à imprensa, no final da visita que o ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, fez nesta manhã ao Instituto Nacional de Previdência Social, assegurou que o INPS conseguiu compensar os trabalhadores que perderam os seus rendimentos com a pandemia da covid-19 nos termos definidos pelo Governo, conforme avança a Inforpress.

“Conseguimos dar cobertura e estamos ainda a dar o subsídio de isolamento profilático às pessoas que ainda estão infetados com a covid-19 enquanto que o subsídio de desemprego aumentou extraordinariamente, ou seja, quatro vezes mais daquilo que pagávamos habitualmente pelos trabalhadores que estiveram nesta condição nos termos daquilo que esta estabelecido na lei”, referiu.

Em termos globais, disse que já foram gastos à volta de 2,7 milhões de contos com medidas implementadas no âmbito da pandemia da covid-19.

Segundo a presidente, cerca de 80 a 90 por cento (%) do montante pago durante essa fase é destinado à suspensão do contrato de trabalho (lay-off).

“Acreditamos que estamos na fase final porque tem vindo a decrescer o número de empresas que procuram e recorrem ao subsídio de suspensão de contrato de trabalho”, apontou.

Em termos de contribuições, explicou que os valores registados em 2020 são idênticos aos de 2019, mas avançou que a tendência era aumentar e seguir a tendência dos últimos anos.

O último período de ‘lay-off’ em Cabo Verde vai vigorar até 30 de Setembro, reduzindo a comparticipação das empresas no pagamento aos trabalhadores e condicionando a sua atribuição a quebras de 70% na facturação.

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