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Covid nos EUA conta 11 milhões de infeções e 249.998 óbitos em vésperas de festa nacional — "O pior está para vir" nos próximos 4 meses e Trump anuncia vacina para abril 14 Novembro 2020

A média de casos diários aumentou 32% esta semana: é de mais de 130 mil, na 5ªfª foi de 153.400. Epidemiologistas, cientistas, especialistas de Saúde pública avisam sobre "o pior" da Covid que " ainda está para vir". "Ainda nem chegámos ao pico e os hospitais já estão superlotados", disse na sexta-feira, 13, o médico Michael Osterholm, membro da equipa do presidente-eleito.

Covid nos EUA conta 11 milhões de infeções e 249.998 óbitos  em vésperas de festa nacional —

No dia seguinte, este sábado, 14, os Estados Unidos atingem os onze milhões sessenta e seis mil, quinhentas e quarenta e seis infeções confirmadas — mais de um quinto do total mundial, que é de 53.853.307 — e ultrapassa as duzentas e quarenta e nove mil mortes. Mais exatamente, 249.998, quase um quinto do total mundial de mais de um milhão e trezentos mil (1.311.519) de óbitos.

As hospitalizações por Covid — o que só acontece nas fases mais graves da doença — atingiram também ontem o recorde de mais de 67 mil.

Entretanto o ainda presidente Trump anunciou ontem uma vacina para abril. Isto depois de, na véspera, acusar a Pfizer, a FDA e o partido de Biden de conspirarem para atrasar em cinco dias o anúncio sobre a eficácia da nova vacina.

Fauci, o principal conselheiro sobre o coronavírus na Casa Branca e também diretor do NIAID-Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas, expressou em entrevista à CNCBC na quinta-feira, 12, que tem "muitas dúvidas sobre a erradicação do vírus".

Segundo o epidemiologista Anthony Fauci, a "Covid pode ter vindo para ficar". Por isso, avisa que não se pode contar só com a vacina anti-Covid. "O país tem de continuar a seguir as medidas sanitárias recomendadas", com a "esperança de que um dia, não se sabe quando, haverá a vacina", disse Fauci.

Entre as recomendações da autoridade sanitária CDC, dos Estados Unidos constam: Tornar virtual o Dia de Ação de Graças. Cada familiar/convidado trazer consigo desde alimentos a utensílios de que vai precisar. Além disso, reforça-se a mensagem sobre os habituais seis pés de distância, o uso de máscaras, a lavagem e higienização frequentes de mãos e superfícies de espaços com mais gente.

Fontes: CNBC/Washington Post/CDC. Ilustração das recomendações do CDC sobre as viagens que reúnem famílias este ano. Apesar dos riscos e recomendações, as pessoas continuam a viajar, pelo que se antevê que a tradicional festa do Dia de Ação de Graças, no próximo dia 26, vá desencadear novos casos logo que se reúnam os familiares deslocados de diversos pontos dos Estados Unidos.

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