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Crónica (II) de fuga à França: Acusado Arlindo Teixeira entregue à família e em liberdade total 01 Julho 2021

«Missão cumprida, ontem (29/06) à noite! Arlindo foi entregue à família e está em liberdade total!». Assim escreveu o advogado Amadeu Oliveira, na madrugada de hoje, respondendo à pergunta do Asemanonline, via watsApp, se já tinha entregue o suposto fugitivo Arlindo Teixeira à sua família, radicada na cidade de MOSSELE - FAMECK, em França.

Crónica (II) de fuga à França: Acusado Arlindo Teixeira entregue à família e em liberdade total

Como referido na crónica de ontem, Amadeu Oliveira e Arlindo Teixeira foram submetidos a longos interrogatórios pela polícia francesa. Questionado a precisar a situação jurídica em que ficou Teixeira, o advogado asseverou que ele permanece em «liberdade total», porquanto os franceses compreenderam a sua situação com base no Acórdão nº 8/2018 do Tribunal Constitucional de Cabo Verde. «Está em liberdade total! Os franceses compreenderam a situação do acusado Arlindo Teixeira. Sobretudo compreenderam o Acórdão nº 8/2018 do Tribunal Constitucional de Cabo Verde, que declarou que o Arlindo Teixeira (suspeito de ter morto um homem na sua ilha de Santo Antão) agiu em legítima defesa», narrou, hoje, por volta das 21H35, Amadeu Oliveira.

A defesa está a partilhar as fotos referidas (ver nesta peça) e os vídeos que mostram como foi o momento em que Arlindo Teixeira foi entregue, ontem, à sua família, radicada na cidade francesa de MOSSELE - FAMECK, onde as cinzas dos restos mortais dos Pais foram depositados.

Amadeu Oliveira não respondeu, no entanto, a pergunta do ASemanaonline sobre quando regressará a Cabo Verde.

Na sua primeira crónica de ontem, o advogado tinha garantido que voltará à cidade da Praia para se entregar ao suposto « Maldito e Criminoso SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE CABO VERDE » logo que cumprir a sua missão de entregar Arlindo Teixeira à Família em França. « Daqui a 3 horas enviarei fotografia (ver nesta peça) da entrega do Arlindo aos irmãos e aos restos mortais do Pai e da Mãe que faleceram recentemente, como prova que não deixei o Arlindo suicidar-se ou morrer em Cabo Verde, tal como eu prometi 5 anos atrás. DEPOIS DISSO, vou dormir 48 horas seguidas para recuperar do desgaste físico e psicológico, antes de apanhar o primeiro avião que houver de regresso à Lisboa e logo de seguida à cidade da Praia para ir entregar a minha cabeça naquele Maldito e Criminoso SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE CABO VERDE e para ir prestar esclarecimentos ao Presidente da Assembleia Nacional e ao Presidente da UCID», escreveu Amadeu Oliveira,

Link com matéria relacionada:
https://www.asemana.publ.cv/ecrire/?exec=article&id_article=147755#

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