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Doze artistas representam Cabo Verde na 1ª Edição da Bienal de Luanda, “Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz” 19 Setembro 2019

A capital angolana acolhe a partir desta quarta-feira, 18, prolongando-se até próximo Domingo, no Museu Nacional de História Militar, a primeira edição da Bienal de Luanda – “Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz”. Um evento que visa enaltecer os valores da paz e da cidadania e materializar a aliança de povos em torno da cultura da paz. Cabo Verde será representado nesta Bienal por 12 artistas nacionais de várias áreas, como música, artesanato, artes plásticas, fotografia e videogames, design, artes cénicas, poesia urbana, cinema e audiovisual.

 Doze artistas representam Cabo Verde na 1ª Edição da Bienal de Luanda, “Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz”

Segundo a organização, estarão presentes artistas nacionais com diferentes competências culturais e sociais, desde a música (Alberto Koenig, Dieg, Fattú Djakitté, Nelly Cruz), artesanato (Matilde Gomes), artes plásticas (Kiki Lima), fotografia, videogames (Ivandro Gomes), design (Anayka Bettencourt), passando por artes cénicas (Vera Cruz) poesia urbana (Indzayz) e até ao cinema e audiovisual (Tambla).

A Bienal de Luanda – “Fórum Pan-Africano para a Cultura da Paz” será um evento inédito em que jovens de várias partes do continente africano e também da Diáspora na Europa e América e da Ásia, terão espaços de debate e demonstração das artes e cultura de cada país, valorizando dois eixos, tais como, a cultura de paz e a aproximação dos povos pela cultura.

Egipto, Marrocos, Mali, Nigéria, República Democrática do Congo, República do Congo, Brasil, Itália, Etiópia, Quénia e Ruanda são os países que se juntam a Cabo Verde como convidados desta 1ª Edição da Bienal de Luanda, que durante cinco dias, trocam ideias e experiências em vários domínios.

Com o lema “Construir e preservar a paz: um movimento de vários actores” a Bienal engaja o Estado Angolano, a UNESCO e a União Africana numa parceria que responde à Decisão n.º 558/18 de 2015, dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana que, alinhado com a estratégia operacional da UNESCO, designada como “Prioridade África”, visa a implementação de um plano de acção a favor de uma cultura de paz no continente africano.

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