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EUA: Americana acusa Cristiano Ronaldo de estupro num hotel de Las Vegas em 2009 02 Outubro 2018

A "CNN" relata que processo apresentado na última sexta-feira, 28, coloca astro como alvo de denúncia por parte de Katrhyn Mayorga, com quem o português Cristiano Ronaldo teria forçado sexo sem consentimento num hotel de Las Vegas, no ano de 2009.

EUA: Americana acusa Cristiano Ronaldo de estupro num hotel de Las Vegas em 2009

O astro, Cristiano Ronaldo está sendo acusado de estupro por parte de uma americana, num processo que foi apresentado na última sexta-feira, 28, no condado de Clark, onde fica a Cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos da América (EUA). As informações são da rede de TV "CNN", apontando que Kathryn Mayorga denunciou o futebolista português, por ter forçado sexo sem consentimento em um hotel, em 2009.

A reportagem no site do canal diz que o processo aponta que CR7 encontrou Mayorga no hotel “Palms”, a 12 de Junho de 2009 - antes mesmo, do jogador rumar ao Real Madrid – tendo-a convidada e outras amigas, a irem à sua cobertura no local. “No apartamento, ele teria oferecido camisetas e shorts para que elas entrassem numa jacuzzi e teria atacado Kathryn quando ela estava trocando de roupa”, escreve a CNN.

Kathryn Mayorga concedeu entrevista à revista "Der Spiegel"

Segundo o processo, Cristiano teria pedido para que a jovem fizesse sexo oral com ele, e, após receber uma resposta negativa, teria a levado para um quarto e a estuprou, enquanto ela gritava: "Não, não, não". A acusação ainda diz que o jogador, apenas pediu desculpas após o acto e, na sequência, ofereceu US$ 375 mil pelo silêncio de Kathryn - que teria assinado um contrato para receber o valor.

A intenção do processo seria justamente anular esse documento, acusando CR7 de se aproveitar da fragilidade emocional de Mayorga para obrigá-la a fazer o acordo. “Ela estaria sendo auxiliada por um novo advogado, que a convenceu a trazer o caso de volta à tona”, aponta mesma fonte.
O caso veio gora à tona novamente, no ano passado, após uma publicação da revista alemã "Der Spiegel", que voltou a abordar o assunto na última semana. No sábado, a revista publicou uma entrevista com Kathryn Mayorga, que apontou que assinou um documento prometendo não divulgar a história.

“É um cara muito famoso, então, estou aterrorizada, com medo. O motivo de eu ter assinado o contrato foi, em primeiro lugar, que não queria que meu nome fosse divulgado”, explicou Mayorga à Der Spiegel.

Na entrevista, Mayorga dá uma série de detalhes sobre a noite em que o estupro teria ocorrido, revelando supostos diálogos com CR7 e até mesmo que ficou com medo de ter alguma doença sexualmente transmissível, uma vez que o jogador teria feito sexo com ela sem usar preservativo.

Os advogados de defesa de Cristiano Ronaldo reagiram, apontando que a entrevista "violava os direitos pessoais" do atleta e que "é inadmissível, quanto a privacidade" do jogador. O próprio CR7 comentou o caso durante uma transmissão ao vivo no Instagram na última sexta, apontando que se tratavam de notícias falsas e que "as pessoas querem se promover através de seu nome".

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