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EUA: Morreu médico que declarou Trump "o presidente mais saudável de sempre" 17 Janeiro 2021

O médico Harold Bornstein, que desde 1980 era o médico pessoal de Donald Trump, morreu na quinta-feira, 14. Tinha 73 anos e saltou para o foco mediático em 2018 por causa duma hiperbólica carta de 2015 em que Trump é descrito como "o presidente mais saudável de sempre". Bem ao estilo de Trump, o que levou Bornstein a admitir que fora Trump a ditar-lhe a carta por telefone.

EUA:  Morreu médico que declarou Trump

A divulgação da morte do médico surgiu primeiro no obituário (página paga) do New York Times, sem indicar a causa da morte.

Horas depois, com a notícia a ganhar manchetes, designadamente nos diários de Israel, terra de origem do pai Bornstein, o jornal novaiorquino acabou por dar mais espaço ao assunto.

A relação médico-paciente entre Trump e Bornstein decorre da prática conjunta ente o pai e o filho Bornstein que a partir dos anos 70 partilharam o mesmo consultório médico do centro de Nova Iorque. Trump começou por ser paciente do pediatra Jacob Bornstein que morreu em 2010 aos 93 anos.

Congresso aprova por 232 votos processo de destituição de Trump

Por 232-197, a Câmara dos Representantes, dominada pelo Partido Democrata, aprovou na quarta-feira, 13 o processo de destituição (impeachment) de Donald Trump, com base no incitamento para a invasão do Capitólio há uma semana e que resultou na morte de cinco pessoas.

O processo tem por base a acusação de "incitamento à insurreição" que levou à invasão do Capitólio ocorrida na semana passada, 4ªfª 6.

A Câmara dos Representantes, dominada pelo Partido Democrata, aprovou a destituição do 45º presidente por 232 votos favoráveis, que incluem 10 votos republicanos.

A seguir, o Senado procede ao julgamento sobre se o presidente deve sair. Provável é que o julgamento só venha a ocorrer após a próxima quarta-feira, 20, o dia da inauguração da 46ª presidência.

Trump é o primeiro presidente dos EUA a ser alvo de dois processos de destituição pela Câmara dos Representantes. Contudo, é improvável que 17 dos 50 senadores republicanos votem de forma a garantir a maioria de dois-terços necessária. Trump termina o mandato dia 20 e disse já que não assistirá à tomada de posse do democrata Biden.

Fontes: New York Times/Washington Post/BBC/CNN.

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